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<data><item><pubDate>2026-09-16T06:00:01-0300</pubDate><title>Por que votar em dois senadores nas eleições 2026?</title><description><truncate>Nas eleições 2026, o eleitor terá de votar duas vezes para o Senado. Isso porque, neste ano, cada estado e o Distrito Federal elegerão dois senadores, em vez de apenas um, já que haverá a renovação de dois terços do Senado, o equivalente a 54 das 81 cadeiras da Casa.
Ao votar...</truncate><full>Nas eleições 2026, o eleitor terá de votar duas vezes para o Senado. Isso porque, neste ano, cada estado e o Distrito Federal elegerão dois senadores, em vez de apenas um, já que haverá a renovação de dois terços do Senado, o equivalente a 54 das 81 cadeiras da Casa.
Ao votar para os dois senadores, o eleitor verá na urna a identificação de uma chapa formada por três pessoas: o candidato titular e seus dois suplentes. Por isso, podem aparecer as fotos de até seis pessoas durante as duas etapas de votação para o cargo.
O voto para senador é nominal e o número da candidatura tem três dígitos. Não é possível votar apenas na legenda do partido. Como a votação para o Senado é estadual, o eleitor votará apenas nos candidatos que disputam uma das duas vagas pelo estado em que está inscrito. 
Os suplentes são os eventuais substitutos do senador titular. Ao escolher um candidato, o eleitor também está escolhendo automaticamente os dois suplentes que integram a chapa. Os nomes deles devem aparecer nas propagandas eleitorais, ainda que em tamanho menor que o do candidato titular.
O primeiro suplente pode assumir a vaga quando o titular se afasta para ocupar determinados cargos, como ministro de Estado, governador, prefeito ou embaixador, ou quando se licencia por mais de 120 dias. Também pode assumir definitivamente se o titular morrer, renunciar ou perder o mandato por decisão da Justiça Eleitoral.
Quando o afastamento é temporário, o senador titular pode retornar ao cargo depois que o motivo da saída deixar de existir. O segundo suplente só assume quando o primeiro não puder exercer a função, por motivos como impedimento legal, doença ou falecimento.
Enquanto não ocupa a vaga, o suplente não exerce função no Legislativo. Se assumir o cargo, porém, passa a ter os mesmos deveres e prerrogativas de um senador titular.</full></description><image hash="2e561b127e0b9d63ab23477a6289afc57b7dcbcc">https://content.scripts.farolsign.com.br/uploads/feed/f713667801c36349ceea8c83d29a5eea.jpg</image></item><item><pubDate>2026-09-16T06:00:00-0300</pubDate><title>Festival de publicidade El Ojo terá duas novas premiações e cinco brasileiros à frente de júris</title><description><truncate>A 29ª edição do El Ojo de Iberoamérica, festival de publicidade que premia trabalhos, empresas e profissionais do setor na região, ampliará o espaço destinado às redes independentes e às produtoras especializadas em áudio e som. Além das duas novas premiações, o evento,...</truncate><full>A 29ª edição do El Ojo de Iberoamérica, festival de publicidade que premia trabalhos, empresas e profissionais do setor na região, ampliará o espaço destinado às redes independentes e às produtoras especializadas em áudio e som. Além das duas novas premiações, o evento, marcado para 11 a 13 de novembro, em Buenos Aires, terá cinco brasileiros entre os 20 presidentes de júri. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.</full></description><image hash="712d28d1ba7a7a238ca2a120e0231ce7fb4d3786">https://content.scripts.farolsign.com.br/uploads/feed/6ce6311b3ac06884a32c9506b2fc1a97.jpeg</image></item><item><pubDate>2026-09-16T06:00:00-0300</pubDate><title>Título cancelado: veja o que fazer em 2026</title><description><truncate>Quem está com o título de eleitor cancelado e não conseguiu regularizar a situação até o fechamento do cadastro eleitoral não poderá votar nas eleições 2026, cujo primeiro turno será realizado no dia 4 de outubro (domingo). No entanto, ainda é possível solicitar uma certidão...</truncate><full>Quem está com o título de eleitor cancelado e não conseguiu regularizar a situação até o fechamento do cadastro eleitoral não poderá votar nas eleições 2026, cujo primeiro turno será realizado no dia 4 de outubro (domingo). No entanto, ainda é possível solicitar uma certidão circunstanciada, documento que comprova a situação eleitoral e pode ser usado para garantir direitos que dependem da quitação eleitoral.
O prazo para tirar o título ou regularizar pendências terminou em 6 de maio. Desde 7 de maio, o cadastro eleitoral está fechado e permanece assim até 2 de novembro, após a apuração e divulgação dos resultados. Durante esse período, não são recebidos pedidos de alistamento eleitoral, transferência ou revisão de dados cadastrais.
O cadastro eleitoral será reaberto em 3 de novembro de 2026. A partir dessa data, serão retomados serviços como emissão do título de eleitor, coleta de biometria e atualização de dados cadastrais.
Certidão circunstanciada
A certidão circunstanciada atesta que o eleitor não pode emitir o título ou regularizar sua situação naquele momento por causa do fechamento do cadastro. 
O documento pode ser necessário para acessar serviços e exercer direitos que exigem quitação eleitoral, como tirar passaporte, emitir CPF, receber benefícios sociais, tomar posse em cargo público e renovar matrícula em instituições de ensino.
O documento não permite votar e tem validade até 2 de novembro, véspera da reabertura do cadastro eleitoral.
O eleitor pode comparecer pessoalmente a um  cartório eleitoral, independentemente da zona à qual seu título está vinculado. É necessário levar um documento oficial com foto.</full></description><image hash="143476f1bac15859e14b86ecde158c8c5a080ef1">https://content.scripts.farolsign.com.br/uploads/feed/ddf11c4ff0ffd2a79f76294e6157659a.jpg</image></item><item><pubDate>2026-09-16T05:48:30-0300</pubDate><title>UE planeja tornar Canadá seu primeiro membro associado</title><description><truncate>A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, apresentou planos para tornar o Canadá um membro associado da União Europeia, afirmando que o bloco precisa repensar com urgência suas parcerias.
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 Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.</full></description><image hash="1b2b332df111066c60f0ef3b9f0bc0846f7cf775">https://content.scripts.farolsign.com.br/uploads/feed/242208fa9383d3101398dc2c7470704e.jpg</image></item><item><pubDate>2026-09-16T05:30:00-0300</pubDate><title>Canetas emagrecedoras viram benefício corporativo</title><description><truncate>O avanço dos tratamentos medicamentosos contra a obesidade chegou às políticas de benefícios corporativos. A Vidalink, empresa que oferece planos de bem-estar corporativo e planos de subsídios de medicamentos para funcionários, intermediou, nos últimos três anos, 93.979...</truncate><full>O avanço dos tratamentos medicamentosos contra a obesidade chegou às políticas de benefícios corporativos. A Vidalink, empresa que oferece planos de bem-estar corporativo e planos de subsídios de medicamentos para funcionários, intermediou, nos últimos três anos, 93.979 compras de canetas emagrecedoras como Wegovy, Mounjaro e Ozempic realizadas por trabalhadores de mais de 200 empresas clientes da companhia.  Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.</full></description><image hash="0fba20932fc8565822800e1b066333206a587e73">https://content.scripts.farolsign.com.br/uploads/feed/e77318daa442d19bfa94148bd9af8594.jpg</image></item><item><pubDate>2026-09-16T05:04:00-0300</pubDate><title>Por que o uísque brasileiro vem conquistando prestígio no país e mundo afora</title><description><truncate>Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.</truncate><full>Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.</full></description><image hash="12b5d946fd361d116512dfc0f7d5ce6ac6e3a056">https://content.scripts.farolsign.com.br/uploads/feed/4ee833933d8c0ffdc437a06324769018.jpg</image></item><item><pubDate>2026-09-16T05:02:01-0300</pubDate><title>Um personagem assim aparece a cada 20 ou 25 anos, diz John Malkovich, que faz ex-agente da CIA com demência</title><description><truncate>Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.</truncate><full>Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.</full></description><image hash="388749bc4a4ae40b721af7d4f4e33399342130f8">https://content.scripts.farolsign.com.br/uploads/feed/dd1701c5557ce3bf0bbf0b065effd2a2.jpg</image></item><item><pubDate>2026-09-16T05:00:00-0300</pubDate><title>Governo avalia título soberano de Angola para financiar aviões da Embraer</title><description><truncate>Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.</truncate><full>Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.</full></description><image hash="d4fb86d237fa5994b425a950b0335ab6f89bbdd0">https://content.scripts.farolsign.com.br/uploads/feed/2bd3c2f242bbf2b9a87341bfd0e10099.jpg</image></item><item><pubDate>2026-09-16T05:00:00-0300</pubDate><title>Treasury tem maior nível desde 2007</title><description><truncate>Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.</truncate><full>Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.</full></description><image hash="51cf3e3a36b42e3967d153f73bd5f63411ecb62e">https://content.scripts.farolsign.com.br/uploads/feed/d2eaeb87428acd18e4d28cba9bdb94af.jpg</image></item><item><pubDate>2026-09-16T05:00:00-0300</pubDate><title>Supremo valida limitação à compensação de créditos fiscais</title><description><truncate>Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.</truncate><full>Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.</full></description><image hash="c8a7d5f04161d71cfc25d020afb9d2493f265d28">https://content.scripts.farolsign.com.br/uploads/feed/4ca26745153adbdcf003321a0cec5314.jpg</image></item><item><pubDate>2026-09-16T05:00:00-0300</pubDate><title>Segurança pública é tema de sabatinas regionais</title><description><truncate>Tarcísio: investimentos em tecnologia
Bob Paulino/Globo
Segurança pública foi um dos temas abordados pelos três candidatos aos governos de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais em entrevistas aos telejornais locais da TV Globo, na tarde de terça-feira (15). O governador de...</truncate><full>Tarcísio: investimentos em tecnologia
Bob Paulino/Globo
Segurança pública foi um dos temas abordados pelos três candidatos aos governos de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais em entrevistas aos telejornais locais da TV Globo, na tarde de terça-feira (15). O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), também destacou a recente crise envolvendo o Supremo Tribunal Federal (STF); o candidato do PL ao governo do Rio de Janeiro, Douglas Ruas, tentou se desvincular de seus aliados políticos que estão sendo alvos da Justiça; e o ex-prefeito de Belo Horizonte e candidato ao governo de Minas Gerais, Alexandre Kalil (PDT), afirmou que, se for eleito, vai trabalhar na regionalização da saúde.
Candidato à reeleição, Tarcísio disse ao SP1, da TV Globo, que, se reeleito, vai ampliar investimentos em tecnologia e em ações de combate à receptação de celulares roubados.
Defensor de punições mais duras para criminosos, Tarcísio foi questionado sobre como lidar com a superlotação de cadeias. Ele afirmou que o plano é construir mais oito novos presídios ao longo dos próximos quatro anos.
Sobre a investigação de policiais suspeitos de ligação com o crime organizado, Tarcísio afirmou que fortaleceu a Controladoria-Geral do Estado para auxiliar na prevenção à corrupção nos quadros da administração pública: “É importante a gente dar o exemplo. Toda vez que um desvio é detectado a gente vai punir exemplarmente.”
Candidatos aos governos de São Paulo, Rio e Minas participam de entrevistas
Tarcísio, que lidera a corrida eleitoral no Estado de São Paulo, com 49% das intenções de votos, segundo o Datafolha de sexta-feira (11), disse que a recente crise envolvendo o STF exige ampla investigação e transparência dos procedimentos para dar uma resposta à população. Para o governador, há uma “exaustação ética” e o cenário deixa o eleitor descrente na política.
Ele negou que a crise relacionada às investigações ao caso Master afete sua campanha, a despeito da citação de envolvimento de aliados próximos, a exemplo do senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato a presidente.
Mais recentemente o nome de Tarcísio também foi citado de forma lateral em um depoimento do ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Em sua proposta de acordo de colaboração premiada, o empresário disse que os R$ 2 milhões doados para a campanha de Tarcísio em 2022 eram fruto de uma negociação de propina intermediada por Gilberto Kassab (PSD), aliado na chapa. Na ocasião, Tarcísio chamou a versão de absurda, uma vez que a empresa que supostamente seria beneficiada já tinha contrato com o governo e depois foi descredenciada quando o Banco Master foi liquidado pelo Banco Central.
Ruas: críticas a antecessores
João Cotta/Globo
Tarcísio procurou minimizar o aumento de reclamações contra a Sabesp. A companhia foi privatizada em julho de 2024, uma das promessas de campanha do governador em 2022. Em abril deste ano, a Sabesp liderava o número de queixas registradas no Procon-SP, com cerca de 19 ocorrências por dia. Até maio desse ano, a empresa também registrou ao menos quatro mortes ocorridas em decorrência de obras da companhia, além de danos de grandes proporções, como a explosão na região oeste da capital paulista, em maio.
Tarcísio lamentou os acidentes e as mortes, mas destacou aumento do número de domicílios atendidos e do aumento da rede de coleta e tratamento de esgoto no Estado. “É claro que em função do acidente [de maio de 2026], mudou a forma de execução das obras (...) para diminuir a possibilidade de ter acidentes”, afirmou.
O governador também foi questionado sobre o aumento dos registros de falhas nas linhas de trens em metrô que, segundo levantamento da TV Globo, cresceu 27% no primeiro semestre de 2026. A média é de mais de uma falha por dia e a alta maior foi verificada nas linhas privatizadas. Tarcísio disse que haverá um verificador independente na agência reguladora responsável pela fiscalização das concessionárias para garantir o cumprimento dos contratos de prestação de serviços.
No Rio, Douglas Ruas defendeu o aperfeiçoamento da legislação penal para impor um agravante a detentores de mandato político que praticarem ilícitos. Questionado se isso valeria para o presidente de seu partido, Valdemar Costa Neto - condenado por corrupção e lavagem de dinheiro - o candidato respondeu: “Todos aqueles que praticaram ilícito, sim, deve ter agravante, com certeza absoluta.”
Em entrevista ao RJ1, da TV Globo, o candidato do PL pregou ainda o “banimento” da política para aqueles que foram punidos por práticas ilícitas, independentemente de partido. Ruas, que foi secretário de Cidades de Cláudio Castro, também buscou se afastar do grupo político do ex-governador. “Cada um tem o seu CPF”, disse.
Douglas Ruas, que, no Datafolha divulgado sexta-feira, aparece atrás de Eduardo Paes, do PSD (43%), com 25% das intenções de voto, também fez críticas à política de segurança pública de seus antecessores, buscando se eximir de sua participação no último governo. Segundo o candidato, o executivo fluminense focou apenas em “administrar o domínio territorial”, tratando os sintomas, mas sem atacar a origem do problema.
Kalil: recomposição de forças
Leonardo Milagres/g1
Em Belo Horizonte, Alexandre Kalil defendeu a recomposição das forças de segurança do Estado e a integração entre segurança e assistência social para combater a violência contra a mulher. As afirmações foram feitas durante sabatina conduzida pelos jornalistas Mara Pinheiro e Sérgio Marques, no telejornal MG1, da TV Globo.
O pedetista defendeu a regionalização da rede hospitalar, com estruturas adaptadas às necessidades de cada região. Kalil acrescentou que considera como melhor modelo a gestão tripartite, em que a União entra com 50% dos recursos, o Estado e o município, com 25% cada.
Kalil foi questionado sobre a falta de proposta de reajuste salarial para as forças de segurança no seu plano de governo, e sobre como conduziu uma greve da Guarda Municipal de Belo Horizonte em 2019, que tinha como mote o reajuste dos salários. À época, o então prefeito decidiu recolher as armas da Guarda Municipal e aquartelar a corporação. Kalil disse, no entanto, que não se tratou de uma punição aos grevistas.
“Não houve punição nenhuma. O que houve foi que eles ameaçaram abandonar a cidade em um movimento que não é legítimo. (...) Eu disse que não tinha problema, a Polícia Militar vai ocupar para mim”, lembrou Kalil.
O ex-prefeito de BH marcou 11% no Datafolha, atrás de Cleitinho Azevedo (Republicanos), com 37%; e em empate técnico com Patrus Ananias (PT), com 13%.</full></description><image hash="c2ddb11861c8b0bdad7a85458f54b42270813160">https://content.scripts.farolsign.com.br/uploads/feed/5099d23d0b9970715232a5874734b2a5.jpg</image></item><item><pubDate>2026-09-16T05:00:00-0300</pubDate><title>Porta-vozes falam em controlar gasto, em níveis diferentes</title><description><truncate>Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.</truncate><full>Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.</full></description><image hash="d5d92cad3896a582198da3f7abcc8a62b62d71e7">https://content.scripts.farolsign.com.br/uploads/feed/51a8061563bf77a321107d2d1d37fafa.jpg</image></item><item><pubDate>2026-09-16T05:00:00-0300</pubDate><title>Renault e Geely investirão R$ 2 bi em primeiro híbrido conjunto</title><description><truncate>Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.</truncate><full>Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.</full></description><image hash="f3845d7b7b85ff215f32eec58600181ab220e75b">https://content.scripts.farolsign.com.br/uploads/feed/a9974212ad8ddf98d359628f07b82948.jpg</image></item><item><pubDate>2026-09-16T05:00:00-0300</pubDate><title>Resiliência, o novo ativo das empresas</title><description><truncate>Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.</truncate><full>Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.</full></description><image hash="735e4d494111a186f7dcedc95a13cf12ab917269">https://content.scripts.farolsign.com.br/uploads/feed/ca6745edd09e7575e2debd759d490320.jpg</image></item><item><pubDate>2026-09-16T05:00:00-0300</pubDate><title>Rio tem mais postos de combustível reprovados pela ANP</title><description><truncate>Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.</truncate><full>Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.</full></description><image hash="2f0a7b7ab4debd4994127531d6c13603961c776c">https://content.scripts.farolsign.com.br/uploads/feed/9ba9f42355b817e1576930660ef75ca5.jpg</image></item><item><pubDate>2026-09-16T05:00:00-0300</pubDate><title>Economia chinesa desacelera, mas exportações disparam</title><description><truncate>China Daily via Reuters
A economia chinesa está desacelerando aos poucos, em um movimento equilibrado pelo avanço de sua formidável capacidade exportadora. O consumo interno e os investimentos estão caindo, mas não a produção industrial, que tem permitido mega-superávits...</truncate><full>China Daily via Reuters
A economia chinesa está desacelerando aos poucos, em um movimento equilibrado pelo avanço de sua formidável capacidade exportadora. O consumo interno e os investimentos estão caindo, mas não a produção industrial, que tem permitido mega-superávits comerciais com o resto do mundo. Desde o estouro da bolha imobiliária chinesa, em 2021, o governo teve incentivos para substituir os motores do crescimento, das exportações para o consumo interno, o que exige estímulos para o aumento da renda doméstica. Isso não aconteceu, e o boom de exportações indica que não deverá ocorrer tão cedo.
Os números de agosto revelam os dois lados da economia chinesa. O varejo cresceu apenas 0,4% em relação ao mesmo mês de 2025, ante 0,6% na mesma comparação em julho. Os investimentos declinam há cinco meses consecutivos, e, nos oito primeiros meses do ano, diminuíram 7,2%. A atividade industrial, no entanto, está em alta e evoluiu 5,2% comparada à de agosto de 2025, ante 4,8% um mês antes. Cinco anos depois da debacle imobiliária, os preços dos imóveis ainda estão em declínio. No segundo trimestre, o PIB do país avançou 4,3%, a menor marca em décadas e abaixo da previsão de 4,5%-5% feita pelos governantes chineses.
Mas a China se tornou um grande exportador de produtos de alta tecnologia, superando o atraso em uma série de setores estratégicos e competindo com vantagens nos mercados antes cativos, dos países ricos. O objetivo do presidente Xi Jinping com seu “Made in China 2025”, de transformar o país em uma potência tecnológica, foi praticamente cumprido. Mesmo transtornos enfrentados no caminho — como o excesso de capacidade produtiva, a feroz competição doméstica que reduziu significativamente as margens de lucros das empresas e a ameaça de deflação com redução por anos a fio dos preços dos produtores — serviram à atual ofensiva exportadora de grande escala. 
Competitividade, capacidade ociosa e juros baixos e subsídios fizeram o prodígio de a China ter obtido um superávit comercial de US$ 1,2 trilhão em 2025, ano em que as barreiras protecionistas americanas foram intensificadas e políticas de substituição de importações, com viés geopolítico, foram impulsionadas em vários países desenvolvidos. A capacidade da máquina exportadora foi ajudada por uma política dirigida de desvalorização cambial, arma tradicionalmente usada por Pequim para conquistar mercados. O Fundo Monetário Internacional estima que o yuan esteja depreciado em 20%. Há estimativas que apontam 35%.
A depreciação foi uma defesa contra o protecionismo tarifário de Donald Trump, mas serviu de coadjuvante para impulsionar as vendas em meio a tendências em desenvolvimento, bastante favoráveis aos produtos de média e alta tecnologia chineses, como aponta a consultoria Oxford Economics. O país é um grande fornecedor de produtos de eletrônica, largamente consumidos e utilizados nas exportações do Leste Asiático, como Vietnã, cujas vendas para os EUA dispararam. 
Além disso, em disputa com os EUA, a China deu enormes passos na inteligência artificial (IA) e nos insumos necessários para construir sua infraestrutura, e a demanda para esses bens tem sido imensas. E, por fim, com a guerra na Ucrânia e no Irã, que catapultaram os preços da energia, a China preencheu seu mercado doméstico, e invadiu o mundo, com seus veículos elétricos e baterias — ela produz quase 75% desses carros vendidos no mundo e 86% dos painéis de energia solar.
Os produtos baratos de baixa tecnologia, que arruinaram indústrias congêneres de países em desenvolvimento no início dos anos 2000, foram agora substituídos por bens de alta tecnologia extremamente competitivos, que igualmente provocam estragos nos rivais desenvolvidos. A Unido, órgão da ONU para desenvolvimento industrial, estima que a fatia da China no valor agregado da manufatura global passará de 30% em 2020 para 45% em 2030. Essa fatia de 30% é produzida por cerca de 123 milhões de trabalhadores, e para equiparar-se à produtividade chinesa, todos os bens manufaturados do mundo poderiam ser feitos por 400 milhões de trabalhadores, ou 7% da população mundial em idade de trabalho (Adair Turner, Valor, 11-9).
Há desequilíbrios que colocam barreiras no caminho dessa prosperidade. Os países ricos, em especial EUA e  Europa, estão se protegendo com tarifas da invasão chinesa,  assim como países emergentes. A forte depreciação do yuan reduz os salários domésticos e retira fôlego do consumo, além de encarecer os insumos necessários à produção de bens de alta tecnologia. Isso não é um problema para um país hoje ameaçado de deflação, mas pode se tornar um no futuro. A nova onda exportadora, que economistas apelidaram de “China Shock 2.0”, foi bem mais que uma válvula de escape para as agruras do consumo interno. Pragmáticos, os líderes de Pequim consolidaram novas posições de força no mercado global, e os problemas domésticos só ganharão a atenção em outro momento, quando as tensões domésticas se acumularem.</full></description><image hash="64baf84686189fcb1a26bf31feb8010ac936663f">https://content.scripts.farolsign.com.br/uploads/feed/430606a051d760a4f87f4040acac2787.png</image></item><item><pubDate>2026-09-16T05:00:00-0300</pubDate><title>Varejo cai mais que o esperado em julho e reforça desaceleração</title><description><truncate>Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.</truncate><full>Matéria exclusiva para assinantes. 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Esteban Vanegas/Bloomberg
Governos latino-americanos aceleram planos de contingência diante de um El Niño que pode se...</truncate><full>Barragem seca da usina hidrelétrica de Guatapé, no Departamento de Antioquia, na Colômbia: El Niño costuma trazer problemas para sistema elétrico do país
Esteban Vanegas/Bloomberg
Governos latino-americanos aceleram planos de contingência diante de um El Niño que pode se tornar um dos mais fortes já registrados. Mas, de um país para o outro da região, o mesmo fenômeno impõe desafios diferentes, que vão de enchentes e deslizamentos a secas e pressão sobre sistemas elétricos, segundo especialistas.
“Não existe um padrão único de impactos do El Niño para toda a América Latina, e é importante enfatizar isso”, diz Barbara Tapia Cortes, chefe de Pesquisa e Informação Climática da Organização Meteorológica Mundial (OMM).
Em análise divulgada em 3 de setembro, a OMM afirmou que o El Niño está firmemente estabelecido e deve se intensificar até se tornar “muito forte” nos próximos meses. As previsões indicam ainda probabilidade próxima de 100% de que o fenômeno persista até fevereiro de 2027. Em 10 de setembro, a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA) atualizou para 75% a probabilidade de que, entre outubro e dezembro, o El Niño atinja um patamar de intensidade que superaria todos os episódios anteriores da série histórica iniciada em 1950, ante a estimativa de 69% do mês anterior.
Cortes explica que, diante do que se sabe até o momento, o sul do Brasil e partes do sudeste da América do Sul, incluindo Paraguai, Uruguai e o norte da Argentina, provavelmente terão chuvas acima da média e maior risco de inundações nos próximos meses. Enquanto isso, partes da Colômbia, Venezuela e Guianas, além de áreas da Amazônia podem enfrentar menos chuva e temperaturas excepcionalmente altas. “Os efeitos dependem da região, da estação e da interação com outros fatores climáticos”, afirma a especialista.
Essa distinção é especialmente importante para o Peru e o Equador. Segundo Cortes, os efeitos sobre a intensidade das chuvas nesses países dependem fortemente da evolução das condições oceânicas próximas às suas costas, inclusive na região conhecida como “Niño 1+2” - a área da costa do Pacífico na qual a temperatura pode subir ou baixar rapidamente antes das outras regiões. Em julho, a temperatura nessa área ficou 2,9°C acima da média, informou o NOAA, algo que leva a crer que ambas as nações podem receber fortes chuvas, principalmente, em suas áreas costeiras.
Nesse cenário, em 1º de setembro, o governo do Peru já declarou estado de emergência por 60 dias em 893 distritos diante do risco iminente de chuvas intensas associadas ao El Niño. O decreto autoriza governos regionais e locais a adotar medidas extraordinárias de redução de riscos, resposta e recuperação, incluindo obras preventivas, sob coordenação do Instituto Nacional de Defesa Civil (Indeci). As intervenções, porém, deverão ser financiadas com os orçamentos já disponíveis dos órgãos envolvidos, sem recursos adicionais do Tesouro peruano.
Cada El Niño reedita a mesma falha sem nenhum avanço para uma solução estrutural” 
A dimensão da ameaça já vinha sendo mapeada pelo Indeci, que identificou 536 “pontos críticos” particularmente vulneráveis aos efeitos do fenômeno e estimou que cerca de 1,2 milhão de pessoas poderiam ser afetadas, com base nos impactos registrados em episódios anteriores do El Niño.
Para além da antecipação dos problemas de infraestrutura, o ministro do Trabalho peruano, Jaun Sheput, afirmou em 4 de setembro, em sessão do Conselho Nacional de Trabalho, que pretende dar prioridade a estratégias para mitigar os efeitos do El Niño sobre o emprego, com identificação antecipada das regiões e atividades de maior risco no país e a criação de cargos temporários nas áreas mais vulneráveis.
Os preparativos começaram ainda antes da posse da presidente Keiko Fujimori. Em 15 de julho, o Congresso aprovou uma ampliação de US$ 2,8 bilhões no Orçamento, com a previsão de que parte dos recursos seja destinada a obras de prevenção de inundações relacionadas ao El Niño. Depois da aprovação, o então ministro da Economia do país, Rodolfo Acuña Namihas, atualizou para aproximadamente US$ 895 milhões os recursos que seriam utilizados para enfrentar o fenômeno - valor, entretanto, que representa um quinto das perdas econômicas estimadas pela Credicorp Capital Asset Management, que projetou que o El Niño pode custar cerca de US$ 4 bilhões ao Peru entre 2026 e 2027.
No vizinho Equador, onde o aquecimento das águas do Pacífico também eleva a preocupação com chuvas intensas e inundações, o governo de Daniel Noboa lançou em 5 de setembro o “Alístate Ecuador”, uma plataforma digital que reúne em um mapa informações sobre as áreas do país mais expostas aos impactos do El Niño, além de abrigos temporários, voluntários da Defesa Civil, depósitos de suprimentos e locais onde kits de assistência humanitária já foram posicionados.
Segundo a Secretaria Nacional de Gestão de Riscos, o sistema, que também reúne o histórico de eventos associados ao El Niño entre 2010 e 2026, tem como objetivo auxiliar na antecipação de ações e na redução de impactos negativos. A chefe da pasta, Carolina Lozano, disse à imprensa estimar que cerca de 1,3 milhão de pessoas podem ser expostas aos efeitos do evento climático. Nessa esteira, ela informou que o governo destinou US$ 650 milhões para o El Niño, dos quais 70% são para prevenção e os outros 30%, para resposta.
Antes disso, a gestão Noboa já havia anunciado um trabalho conjunto com o coordenador residente da ONU no Equador para elaborar e aplicar medidas específicas para segurança alimentar diante do El Niño. A iniciativa ocorreu depois de o país ter elevado, em 29 de agosto, o nível do fenômeno para o estado de alerta vermelho em todo o território equatoriano.
Se Lima e Quito se preparam principalmente para os riscos de chuvas intensas e inundações, na Colômbia, os efeitos do el Niño já são sentidos na redução da disponibilidade de água e na pressão sobre o sistema energético, segundo Germán Poveda, hidrólogo e ex-professor da Universidade Nacional da Colômbia. Poveda explica que, hoje, o país gera entre 70% e 80% de sua eletricidade a partir da água, o que, de acordo com ele, “transforma cada El Niño em uma ameaça direta ao sistema elétrico”, em razão das secas.
Não à toa, o governo de Abelardo de la Espriella apresentou no fim de semana o “Plano Energía YA” com foco em mitigar os riscos no abastecimento elétrico durante o El Niño. Entre as medidas anunciadas estão ações para incentivar a economia de energia entre consumidores, com desconto na conta de quem reduzir o consumo mensal em mais de 10% e imposição de taxas extras para aqueles que, em contrapartida, aumentarem o consumo em 10%. Além disso, o plano prevê o aumento da geração térmica necessária durante o período de seca, de modo a reduzir a dependência dos reservatórios de água do país.
Apesar das ações governamentais, Poveda considera que a Colômbia está apenas “marginalmente” mais preparada do que em El Niños anteriores. “O problema de fundo é estrutural: a Colômbia teve décadas para diversificar sua matriz energética em direção à energia solar e eólica, recursos que o país possui em abundância e que não dependem do regime de chuvas, e o avanço foi insuficiente”, diz o hidrólogo. “Cada El Niño reedita a mesma vulnerabilidade sem que a solução estrutural avance no ritmo necessário. Eu chamo isso de repetição do ‘ciclo hidro-lógico’”, completa.
No Panamá, a temporada de seca pode ultrapassar as fronteiras nacionais e afetar o comércio global diante da ameaça de redução dos níveis dos reservatórios de água doce que abastecem o Canal do Panamá. Como as eclusas (estruturas que funcionam como elevadores para embarcações) consomem principalmente a água do Lago Gatún para elevar e rebaixar os navios durante a travessia na hidrovia, a redução das chuvas associada ao El Niño faz com que a Autoridade do Canal, comandada por Ilya Espino de Marotta, restrinja o número de navios que trafegam ali, bem como a carga máxima permitida, a fim de conservar água e manter a passagem em operação.
Por isso, desde 4 de setembro, a Autoridade do Canal já limitou o número de travessias para 34 com o objetivo de preservar água, ao passo em que também aposta no projeto de longo prazo do reservatório do Rio Indio, estimado em US$ 1,5 bilhão, como solução para ampliar a segurança hídrica. Em entrevista ao Financial Times, Marotta também adiantou que as travessias podem ser reduzidas a apenas 27 “no pior cenário possível”.
Já no Brasil, a dimensão continental do país faz com que as duas vertentes do El Niño coexistam ao mesmo tempo: enquanto o sul se prepara para excesso de chuva, enchentes e deslizamentos, áreas do norte, nordeste e centro-oeste enfrentam perspectiva de estiagem mais severa, calor e incêndios.
Apesar das dificuldades, José Marengo, coordenador-geral de Pesquisa e Desenvolvimento do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), avalia que o país chega ao atual El Niño mais preparado do que ao episódio de 2023-2024. “Agora existe uma preparação muito maior”, afirma. Ele destaca a criação de um grupo de trabalho na Casa Civil e a antecipação de medidas de combate a incêndios por Estados como Mato Grosso e Amazonas.”
No fim de julho, o governo brasileiro liberou R$ 1,3 bilhão para ações de enfrentamento aos efeitos do fenômeno climático. Desse montante, R$ 998 milhões serão destinados a ações nas áreas de abastecimento de alimentos, segurança alimentar, saúde e monitoramento hidrológico. O restante será utilizado para financiar ações de prevenção e combate a incêndios florestais, além de reforçar a fiscalização ambiental. “Muitos governos trabalharam [no passado] mais com recuperação do que com prevenção, e isso é algo que estamos vendo de diferente este ano”, diz Marengo.
Embora existam projeções cada vez mais robustas sobre a força do El Niño, permanece um grau importante de incerteza sobre como seus impactos vão se manifestar em cada região. “O El Niño aumenta a probabilidade de determinados padrões meteorológicos e climáticos ocorrerem, mas outros fenômenos podem interferir e produzir um resultado menos provável”, afirma Wassila Thiaw, chefe de divisão do Centro de Previsão Climática da NOAA.
A essa variabilidade se soma outro fator que eleva os riscos: o aquecimento global. Michael McPhaden, cientista sênior do Laboratório Ambiental Marinho do Pacífico da NOAA diz que hoje há consenso na comunidade científica de que as mudanças climáticas estão amplificando o El Niño-Oscilação Sul (ENSO), como é conhecido o ciclo natural de alternância entre eventos quentes (El Niño) e frios (La Niña) no Pacífico tropical.
“Dados paleoclimáticos indiretos - como os obtidos de esqueletos de corais e anéis de árvores -, registros históricos e modelos climáticos indicam que os eventos de El Niño se intensificaram em cerca de 10% ao longo do último século”, afirma. “Embora um aumento de 10% possa parecer modesto, na prática isso significa que os eventos mais fortes se tornam ainda mais intensos.”
Para Cortes, é justamente essa combinação entre um El Niño potencialmente muito forte e a incerteza sobre seus efeitos locais que reforça a necessidade de agir antes que os extremos se materializem. “A principal mensagem [para os governos] é simples: preparem-se com antecedência. Já sabemos o suficiente sobre os possíveis riscos para começar a agir, ao mesmo tempo em que continuamos refinando as previsões.”
Segundo ela, previsões sazonais não permitem determinar exatamente onde e quando ocorrerá um evento extremo, mas já oferecem informações suficientes para que governos revisem planos de contingência, identifiquem populações e infraestruturas expostas a inundações, secas, calor e incêndios florestais, reforçem o monitoramento dos recursos hídricos e verificem o funcionamento dos sistemas de alerta precoce.
“O ponto importante é transformar a perspectiva climática sazonal em informações de risco específicas para cada setor e, então, atualizar continuamente as decisões à medida que as previsões se tornem mais precisas”, conclui.</full></description><image hash="e0479baea484a1ed9f955177942c0376dc0b860e">https://content.scripts.farolsign.com.br/uploads/feed/1ae4cc17f2d4c2bdd5336fcc535f890b.jpg</image></item><item><pubDate>2026-09-16T05:00:00-0300</pubDate><title>Escala no franchising exige líderes, processos e acesso a capital</title><description><truncate>Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.</truncate><full>Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.</full></description><image hash="449e74f4e1b53e4f68b76df6224c1738edcb1a45">https://content.scripts.farolsign.com.br/uploads/feed/4a12b6a007eca22b3261058bd9e062bb.jpg</image></item><item><pubDate>2026-09-16T05:00:00-0300</pubDate><title>Controle de gastos está na agenda dos candidatos para o início de governo, mas em diferentes gradações</title><description><truncate>Roberto Brant, Carlos da Costa, Kim Kataguiri, Luiz Carlos Hauly e Dario Durigan debatem propostas para eventual governo de candidatos à Presidência
Ana Paula Paiva/Valor
Os coordenadores econômicos dos principais candidatos à Presidência da República - com a ausência da...</truncate><full>Roberto Brant, Carlos da Costa, Kim Kataguiri, Luiz Carlos Hauly e Dario Durigan debatem propostas para eventual governo de candidatos à Presidência
Ana Paula Paiva/Valor
Os coordenadores econômicos dos principais candidatos à Presidência da República - com a ausência da campanha de Flávio Bolsonaro (PL), que declinou do convite - demonstraram interesse em aproveitar o primeiro ano de governo para promover uma agenda de controle de gastos no país, fundamental para reduzir o endividamento público. No entanto, em geral deram poucos detalhes de que medidas poderiam ser adotadas. Eles também apontaram o nível dos juros como um dos principais problemas do país e demonstraram preocupação com o endividamento das famílias e das empresas, mas apresentaram poucas propostas concretas na sabatina promovida na terça-feira por Valor , O Globo e CBN.
Sobre a reforma tributária, parte dos coordenadores defendeu que a implementação continue, com aperfeiçoamentos, e parte fez críticas ao novo sistema, dizendo que a transição de regimes resultará em aumento de carga tributária e complexidade para as empresas.
A discussão sobre a desvinculação dos benefícios previdenciários do salário mínimo, uma das principais medidas de ajuste fiscal defendida por especialistas em contas públicas, expôs uma divisão entre as opiniões dos participantes. Kim Kataguiri, representante de Renan Santos (Missão), defendeu a medida, enquanto Dario Durigan, ministro da Fazenda e porta-voz do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), afirmou que o tema não está em discussão.
Carlos da Costa, que representou Romeu Zema (Novo), apontou a desvinculação como uma das possibilidades para reduzir o déficit da Previdência, mas disse que o debate ainda não está maduro. Roberto Brant, de Ronaldo Caiado (PSD), criticou a vinculação, enquanto Luiz Carlos Hauly, de Augusto Cury (Avante), apontou a arrecadação como maior problema da Previdência.
Não temos receio de tratar do tema da desvinculação”
Kataguiri propôs separar a política aplicada ao salário mínimo dos trabalhadores da iniciativa privada daquela adotada para corrigir os benefícios previdenciários. Pela proposta, o salário mínimo continuaria seguindo uma política de valorização real, enquanto os benefícios previdenciários seriam corrigidos apenas pela inflação. O deputado também defendeu desvincular receitas dos pisos de saúde e educação. Segundo ele, sem essas mudanças, os gastos vão comprometer a capacidade de investimento do Estado.
“Nossa candidatura não tem receio de tratar esse assunto”, disse. “Se nós não fizermos isso, antes mesmo do próximo presidente da República assumir, pela primeira vez, o Brasil vai viver um cenário de ‘shutdown’”, disse, referindo-se à paralisia da máquina pública.
Kataguiri, o mais específico ao falar sobre a agenda fiscal, destacou que já protocolou uma proposta de emenda à Constituição (PEC) defendida pela campanha, que promete ajuste de R$ 1,1 trilhão. Segundo ele, o valor não viria apenas dessas medidas, mas também de corte de supersalários, mudanças nas carreiras jurídicas e do Executivo, além da revisão de renúncias fiscais.
Em contraposição direta, Durigan afirmou que a desvinculação não está em discussão, lembrando a medida tomada pelo governo para adequar o crescimento real do salário mínimo ao teto do arcabouço, de 2,5%. “Alguns candidatos têm defendido a política do [presidente da Argentina, Javier] Milei. Mas na Argentina o salário mínimo perdeu 40% do poder de compra. Na nossa gestão, o salário mínimo voltou a crescer e o ganho real das famílias também em recorde histórico. Então a gente procura fazer essa acomodação, como já fizemos, mas sem discutir desvinculação”, disse.
Ele afirmou que o arcabouço fiscal tem que ser mantido como a âncora para as contas públicas do país, mas aperfeiçoado, para que as despesas obrigatórias cresçam até o limite da regra fiscal, de forma a não comprimir o espaço para investimento e custeio da máquina pública. “Para a frente, precisamos acomodar o que é gasto obrigatório para que se abra espaço para a discricionária, para a gente fazer mais investimento”, disse.
Para frente, nós precisamos acomodar o que é gasto obrigatório”
Carlos da Costa, por sua vez, avaliou que o Brasil terá de fazer uma nova reforma da Previdência, mas disse que o debate sobre a desvinculação do salário mínimo ainda não está maduro. “A população não está preparada para desvincular o salário mínimo”, afirmou.
Segundo ele, a candidatura de Zema tem como meta reduzir em 5% o déficit da Previdência. A desvinculação do salário mínimo, disse, é uma das possibilidades que terão de ser definidas por um conselho formado pelo governo e pela sociedade. O representante de Zema também afirmou que é preciso mudar o foco da discussão. “Todo mundo tem que ganhar muito mais que o salário mínimo”, disse.
Para Brant, não há motivo para o salário mínimo do setor privado deixar de crescer em termos reais enquanto a economia estiver crescendo. Ele criticou, porém, a vinculação dos benefícios previdenciários ao mínimo. Em sua opinião, os ganhos de produtividade não deveriam ser transmitidos aos inativos. Ele, no entanto, recebeu críticas do próprio Caiado por defender essa posição.
Segundo Brant, qualquer ajuste fiscal terá de mexer nas despesas obrigatórias. Ele afirmou que a candidatura quer propor ao Congresso uma emenda constitucional de emergência fiscal, com duração de três anos, que daria ao governo autorização para suspender alguns gastos obrigatórios. Mas não detalhou quais despesas poderiam ser suspensas e afirmou que isso seria negociado politicamente.
Hauly apontou outro diagnóstico para a Previdência. Segundo ele, o problema é de arrecadação e poderia ser enfrentado com crescimento econômico e melhora do ambiente para micro e pequenas empresas. Ele defendeu “deslocar” a tributação da folha de salários para a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), mas ressaltou que essa é uma proposta dele, e não do candidato. Segundo Hauly, com a economia crescendo, haveria recursos para garantir aumentos reais. “Crescendo a economia, destravando o Brasil, você vai ter ambiente econômico para micro e pequena empresa”, disse. “Vai ter dinheiro para garantir aumentos reais para todo mundo.”
A população não está preparada para desvincular o salário mínimo” 
Na sabatina, todos os coordenadores econômicos presentes concordaram que a redução da taxa de juros é necessária e depende de um ajuste fiscal sólido, mas divergiram quanto aos instrumentos para alcançar essa queda. Eles também falaram sobre a meta de inflação.
Durigan descartou qualquer mudança na meta de inflação, atualmente, fixada em 3% pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Ele reiterou o compromisso do governo com a inflação baixa e sustentou que a queda sustentável dos juros passa pela responsabilidade fiscal, pelo incentivo à poupança popular, pela busca pelo grau de investimento e pela maior integração do Brasil com o mercado global. “Integrando o Brasil com o mundo, buscando grau de investimento, fazendo ajuste justo no Orçamento, vamos conseguir reduzir juros”, afirmou.
Roberto Brant concordou que alterar a meta de inflação imediatamente seria contraproducente por afetar as expectativas do mercado. Mas defendeu que, após a realização de um ajuste fiscal, a meta deveria ser elevada para 3,5% ou 4%. Para Brant, a fixação em 3% representou uma “arrogância tecnocrática” que força o Banco Central a manter os juros em patamares excessivamente elevados.
Carlos da Costa rebateu a ideia de tolerar uma inflação mais alta, afirmando que a medida significaria “cobrar mais imposto de quem é pobre”. Ele enfatizou que o país precisa recuperar a credibilidade perdida perante os mercados por meio de sinalizações claras de corte de despesas para viabilizar a redução dos juros.
Em tom mais duro, Hauly classificou o patamar atual dos juros no Brasil como uma “armadilha” e uma “vassalagem”. Segundo ele, uma das primeiras iniciativas de Augusto Cury seria reunir governadores, prefeitos e entidades para discutir o problema. “Estamos presos numa armadilha. Temos que curar isso, essa doença”, disse. Além disso, destacou o enorme potencial brasileiro no agronegócio, na mineração e em terras raras, criticando o histórico de reformas “picadas” e defendendo mudanças estruturais profundas para destravar o desenvolvimento do país e a queda estrutural do juros.
Todo mundo tem que ganhar muito mais que o mínimo” 
O combate às dívidas de pessoas físicas e jurídicas foi ponto de convergência sobre a necessidade de ação, embora com abordagens e ferramentas distintas apresentadas pelos representantes econômicos. Durigan afirmou que o Desenrola foi um programa importante para atacar o problema pontualmente. Também disse que é preciso novas medidas mais estruturantes daqui para frente. “Eu faria novos programas, mas talvez não de renegociação”, disse.
Carlos da Costa defendeu um Cadastro Positivo 2.0 para pessoas físicas, de forma que fintechs possam consultar o histórico de pagamento das famílias com custo zero. Já para as empresas, ele quer um Pronampe de emergência, com garantia de recursos do governo federal para ajudar as empresas em dificuldades.
Hauly afirmou que é preciso a adoção de medidas estruturantes para resolver o problema do endividamento de maneira definitiva. “Nós queremos resolver as dívidas de todas as pessoas, classe média e baixa, de uma vez. Tributação, realocar. Nós podemos diminuir a tributação dos pobres, realocando a carga para cima, mexendo a tributação da renda pra valer”, disse. Ele afirmou que o cashback criado pela reforma tributária também pode ser usado para cumprir esse objetivo.
Por fim, a reforma tributária do consumo e a regulação das apostas eletrônicas dividiram os coordenadores. Sobre o Imposto sobre Valor Agregado (IVA), Durigan garantiu que o Brasil terá um dos melhores sistemas do mundo e que os prazos do Congresso estão sendo cumpridos. Hauly quer a manutenção do modelo IVA internacional, recomendando aperfeiçoar o creditamento setorial.
Crescendo a economia, vai ter como garantir aumentos reais”
Brant alertou para o aumento da carga no setor de serviços e a falta de simulações sobre preços, mas descartou interromper a transição para evitar caos fiscal. Kataguiri criticou o acúmulo de exceções à alíquota-padrão, o impacto do split payment (sistema criado na reforma) sobre o caixa das empresas e os custos do Comitê Gestor do IBS, enquanto Carlos da Costa cobrou revisão urgente do creditamento para o Simples Nacional.
Ausência no debate
A campanha do senador Flávio Bolsonaro não enviou nenhum representante para a sabatina. O contato inicial com as campanhas foi em 12 de agosto; em 24/8, foi enviado convite, formalizando 15 de setembro como a data para o evento. Durante o debate, os jornalistas fizeram perguntas que seriam feitas ao porta-voz econômico de Flávio, se tivesse presente. A primeira lembrou que Daniella Marques, da campanha do senador, tem falado “num ajuste de 1,5% do PIB no primeiro ano, mas sem especificar medidas concretas. Em entrevista publicada ontem pelo Globo, citou rever o arcabouço, enxugar a estrutura administrativa e cortar supersalários e reestruturar ativos, iniciativas que parecem insuficientes para isso. Como acreditar nesse número de 1,5% do PIB?”
A outra pergunta lembrou que Flávio disse, na sabatina do Jornal Nacional, que não fará economia com quem ganha salário mínimo com aposentados. Ao mesmo tempo, a equipe econômica tem defendido um ajuste fiscal muito duro. Como é possível fazer um ajuste duro sem enfrentar essas questões, “seja desvinculando os benefícios previdenciários e assistenciais do salário mínimo ou, se a vinculação continuar, dando aumento real para o salário mínimo?”</full></description><image hash="345f7947cc70abf513e5de3ef75ea49d0d48d953">https://content.scripts.farolsign.com.br/uploads/feed/70a962b33da61b4fd4f0d114042b8deb.jpg</image></item><item><pubDate>2026-09-16T05:00:00-0300</pubDate><title>Presidenciáveis gastam R$ 154 milhões</title><description><truncate>Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.</truncate><full>Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.</full></description><image hash="0208d87225c1c226fe56ee11d1bd73bc45de443c">https://content.scripts.farolsign.com.br/uploads/feed/edffceae3df81eb6352d23aa3b72d71e.jpg</image></item><item><pubDate>2026-09-16T05:00:00-0300</pubDate><title>Grass promete divulgar balanço do BRB e descarta privatização</title><description><truncate>Leandro Grass: “Todos aqueles que quiserem tirar Brasília desse momento horrível, e quiser nos apoiar, vamos acolher”
Brenno Crvalho/Agência O Globo
O candidato do PT ao governo do Distrito Federal, Leandro Grass, prometeu divulgar o balanço financeiro do Banco de Brasília...</truncate><full>Leandro Grass: “Todos aqueles que quiserem tirar Brasília desse momento horrível, e quiser nos apoiar, vamos acolher”
Brenno Crvalho/Agência O Globo
O candidato do PT ao governo do Distrito Federal, Leandro Grass, prometeu divulgar o balanço financeiro do Banco de Brasília (BRB) e fazer uma auditoria independente na instituição caso seja eleito. O petista descartou a privatização da estatal e disse que pretende discutir a situação da instituição com o Banco Central (BC) e o governo federal. Em sabatina na terça-feira (15) realizada pelo Valor, O Globo e CBN, Grass também defendeu tarifa zero no transporte público todos os dias e disse que vai reduzir a fila na saúde com contratações emergenciais de médicos e enfermeiros.
“A primeira coisa que eu vou fazer é aumentar a transparência e mostrar o balanço [do BRB]. Depois, vamos sentar com o Banco Central e com o governo federal”, disse Grass. “Como um banco está buscando quase R$ 7 bilhões e não apresenta sequer seus dados?”, questionou.
O BRB ainda não divulgou o balanço financeiro de 2025, previsto inicialmente para 31 de março deste ano. O Valor  mostrou que o banco perdeu 791,9 mil clientes bancários em nove meses, queda de 8,1% entre o terceiro trimestre de 2025 e o segundo trimestre de 2026.
Os últimos dados públicos disponíveis, de setembro do ano passado, mostram que o BRB tinha R$ 53,004 bilhões em depósitos e outros R$ 12,625 bilhões em Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e do Agronegócio (LCA). O Ministério da Fazenda já estimou publicamente em cerca de R$ 17 bilhões o impacto para o Fundo Garantidor de Créditos (FGC) em caso de quebra do banco.
Sobre o BRB, o petista disse ainda que não pretende privatizá-lo por considerar que um banco público “só tem sentido se ele cumprir um papel de fomento econômico”. Segundo Grass, falta crédito para comerciantes do Distrito Federal.
A gente sabe como o bolsonarismo trata Brasília. Foi aqui que a pandemia se espalhou”
Ele também rebateu a cobrança da governadora Celina Leão (PP), candidata à reeleição, para que procurasse o governo federal em busca de ajuda para destravar um empréstimo para o BRB. Para o petista, a falta de transparência da atual gestão impede qualquer negociação. “Qual o plano que ela apresentou? Celina está enrolando a população. Por que até agora não publicou [o balanço]?”, questionou.
Outra prioridade de um possível governo petista seria implementar gradualmente a tarifa zero no transporte público ao longo de quatro anos. Segundo ele, a medida custaria cerca de R$ 1,5 bilhão por ano. A proposta prevê a gratuidade todos os dias, enquanto atualmente os passageiros não pagam aos domingos.
“Vou relicitar os contratos das empresas de ônibus e remodelar a quantidade de linhas e implementar tarifa zero ao novo modelo de remuneração das próprias empresas”, afirmou.
Para suprir a demanda por melhoria no transporte urbano, prometeu a ampliação da malha ferroviária em diferentes formas. “É mais barato e mais rápido implementar outro sistema de trilhos do que o metrô em si, o que eu proponho é trem e VLT [Veículo Leve sobre Trilhos], tanto para a Asa Norte quanto para outras áreas”, disse.
Os investimentos, segundo ele, poderiam ser bancados com recursos públicos, financiamentos de bancos públicos e parcerias público-privadas (PPPs). O candidato também citou o uso de ativos fundiários e imobiliários do Distrito Federal para atrair recursos privados.
De olho em outro problema crônico, o candidato do PT prometeu reduzir as filas no sistema de saúde com a contratação emergencial de médicos e enfermeiros. Sua meta, declarou, é estabelecer “prazo máximo de 30 dias para a realização de exames e consultas”.
Na área fiscal, Grass disse que pretende revisar as renúncias concedidas a grandes empresas, sem eliminar os benefícios de forma geral. A ideia é verificar se os incentivos estão de acordo com a lei e se o retorno para a população justifica a perda de arrecadação. “Hoje, o DF deixa de arrecadar R$ 13 bilhões de grandes empresas que nem sempre geram tantos empregos”, acusou.
Para elevar a arrecadação sem aumentar impostos, Grass defendeu ainda a revisão de despesas e o corte de cargos comissionados em administrações regionais, acusando a atual gestão de usá-las como instrumento político.
O candidato também apontou recursos federais como uma das alternativas para ampliar os investimentos no DF. Segundo ele, quase R$ 3 bilhões do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) destinados à capital ainda não foram implementados.
A aproximação com o governo federal foi apresentada por Grass, ex-presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e candidato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), como uma das principais fontes de recursos para o DF. Questionado sobre uma eventual vitória de Flávio Bolsonaro (PL), afirmou que manterá parcerias com qualquer presidente eleito, mas fez uma ressalva: “Mas a gente sabe como o bolsonarismo trata Brasília. Foi aqui que a pandemia se espalhou”.
Nas pesquisas mais recentes, Celina aparece na liderança, enquanto o petista está numericamente em terceiro, em empate técnico com o ex-governador José Roberto Arruda (PSD). O registro de candidatura de Arruda foi indeferido pelo Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF), e ele recorreu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Em um eventual segundo turno, Grass não fechou a porta para uma composição com Arruda. “Todos aqueles que quiserem tirar Brasília desse momento horrível, de pior lugar do Ideb [Índice de Desenvolvimento da Educação Básica], do maior tempo de espera na saúde, e quiser nos apoiar, vamos acolher”, disse.</full></description><image hash="454fba51cea43541e2c70a2c47f05eeb1828a52f">https://content.scripts.farolsign.com.br/uploads/feed/844077f18c22e928344e7a562c96afe7.jpg</image></item><item><pubDate>2026-09-16T05:00:00-0300</pubDate><title>Dino pede vista, e STF suspende sessão sem decidir se Moraes deve ser investigado</title><description><truncate>Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.</truncate><full>Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.</full></description><image hash="f06d7e894d2bc099b4bd0966076b715858842674">https://content.scripts.farolsign.com.br/uploads/feed/74ce0a2a3bbd95eb4c0bac06e2197604.jpg</image></item><item><pubDate>2026-09-16T05:00:00-0300</pubDate><title>Propag reduz cobertura da União em garantia de dívidas</title><description><truncate>Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.</truncate><full>Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.</full></description><image hash="ef17068e55eb43879b926b73aac725b8dd68312c">https://content.scripts.farolsign.com.br/uploads/feed/bf045f06abc6b40ba332599a8e25e1e4.jpg</image></item><item><pubDate>2026-09-16T05:00:00-0300</pubDate><title>Custo competitivo é essencial para soberania digital, afirmam líderes</title><description><truncate>Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.</truncate><full>Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.</full></description><image hash="121ae1418f30f8f9fa00b78084396860ea27558e">https://content.scripts.farolsign.com.br/uploads/feed/b079ab86e3507e79c53a0ed0f90af5ef.jpg</image></item><item><pubDate>2026-09-16T03:03:04-0300</pubDate><title>Mina de tungstênio nos EUA será reativada após 44 anos para atenuar restrições chinesas</title><description><truncate>A mineradora australiana de tungstênio EQ Resources participará de um plano apoiado pelo governo dos Estados Unidos para retomar a produção em uma usina de processamento de tungstênio — há muito desativada — no deserto americano. A operação faz partes dos esforços de...</truncate><full>A mineradora australiana de tungstênio EQ Resources participará de um plano apoiado pelo governo dos Estados Unidos para retomar a produção em uma usina de processamento de tungstênio — há muito desativada — no deserto americano. A operação faz partes dos esforços de Washington para reconstruir suas cadeias de suprimentos domésticas diante das restrições chinesas à exportação desse metal amplamente utilizado.

Construído pela General Electric e sua então subsidiária Utah Mining no final da década de 1970, o complexo da Mina Springer, no estado de Nevada, operou por menos de um ano quando, em 1982, uma onda de oferta vinda da China derrubou os preços e forçou seu fechamento.

No entanto, com Pequim agora restringindo a oferta, o local deve ser reaberto como parte de um plano financiado pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos para garantir o suprimento de tungstênio, utilizado em uma ampla gama de produtos industriais, de defesa e tecnológicos, incluindo chips de inteligência artificial e centros de dados.

O Departamento de Defesa anunciou nesta semana que adquiriria US$ 450 milhões em ações da Elmet Group, fabricante de componentes críticos, que por sua vez apoiará financeiramente a Blue Moon Metals — empresa listada no Canadá e proprietária/operadora da Mina Springer. O objetivo é reiniciar as operações no fim do próximo ano, no que poderá ser a primeira extração doméstica do material desde 2015.

A EQ Resources integrará uma “joint venture” com a Elmet e a Blue Moon para possuir e operar a usina de processamento de paratungstato de amônio (APT) do local, informaram as empresas na segunda-feira, nos Estados Unidos. A companhia australiana deterá uma participação de 10%, enquanto a Elmet e a Blue Moon deterão 70% e 20%, respectivamente.

O APT é uma forma intermediária de tungstênio, e os Estados Unidos já possuem algumas usinas de processamento para o material. Desde que a China introduziu controles de exportação em fevereiro do ano passado, o preço do APT de Roterdã — um produto de referência — disparou de menos de US$ 400 por unidade de tonelada métrica para mais de US$ 3 mil.

A EQ Resources, maior fornecedora de tungstênio fora da China, fornecerá parte do concentrado de tungstênio proveniente de suas minas na Austrália e na Espanha assim que a usina entrar em operação. A empresa também fornecerá à Blue Moon sua tecnologia de classificação de minério, além de outras formas de assistência técnica. O preço das ações da EQ Resources disparou em meio à escassez de tungstênio provocada por controles de exportação.

A Blue Moon informou que pretende colocar a planta de APT em operação no segundo semestre de 2028, com custos de reforma e modernização estimados em cerca de US$ 75 milhões, embora as partes ainda devam realizar uma análise de engenharia e financeira.

O diretor financeiro da EQ Resources, Jono Kort, disse àao “Nikkei Asia” que uma visita ao local em maio revelou sinais promissores de que as instalações e os equipamentos — inativos desde a década de 1980 — poderiam voltar a funcionar.

"O local fica em uma região de clima desértico e seco, então a corrosão é mínima", afirmou. "Peguei porcas e parafusos que estavam no chão há quase 50 anos e ainda conseguia girá-los com as mãos."

Kort, que ingressou na EQ Resources no ano passado, disse que a empresa está focada em consolidar sua posição como uma companhia de médio porte, após um rápido crescimento. Sua capitalização de mercado saltou de 80 milhões de dólares australianos (US$ 56 milhões) no ano passado para os atuais 2,3 bilhões de dólares australianos, com as ações chegando a subir 16% na terça-feira.

Ele observou que, embora sempre exista a possibilidade de a China aumentar as exportações e reduzir os preços, a bifurcação do mercado parece cada vez mais consolidada, especialmente à medida que o governo dos Estados Unidos avança para eliminar gradualmente o uso de materiais chineses e russos nas cadeias de suprimentos de defesa.

Na segunda-feira, o Departamento de Defesa também concedeu à Elmet — acionista da EQ Resources — um contrato de US$ 2 bilhões para fornecer tungstênio à Agência de Logística de Defesa dos Estados Unidos.

"O que sobe sempre tem que descer, mas da minha perspectiva, acredito que um retorno aos níveis históricos talvez nunca aconteça, ou possa levar muito tempo", disse Kort sobre os preços do tungstênio.</full></description><image hash="f9919396d96ef1edf6438f8e7afd4573894b225b">https://content.scripts.farolsign.com.br/uploads/feed/36c2c4b21c06122c745c522c705c54c0.jpeg</image></item><item><pubDate>2026-09-16T03:00:00-0300</pubDate><title>Colinha para eleições 2026: veja onde baixar e qual a ordem de votação</title><description><truncate>A ordem de votação no primeiro turno das eleições de 2026, marcado para o dia 4 de outubro (domingo), será: deputado federal, deputado estadual (ou distrital), senador (1ª vaga), senador (2ª vaga), governador e presidente da República. Para evitar erros na hora de digitar os...</truncate><full>A ordem de votação no primeiro turno das eleições de 2026, marcado para o dia 4 de outubro (domingo), será: deputado federal, deputado estadual (ou distrital), senador (1ª vaga), senador (2ª vaga), governador e presidente da República. Para evitar erros na hora de digitar os números na urna eletrônica, o eleitor pode anotar previamente as informações dos candidatos na colinha eleitoral.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) disponibiliza um modelo de colinha eleitoral para download e impressão. O material apresenta os cargos na mesma sequência em que aparecerão na urna e pode ser levado pelo eleitor para a cabine de votação.
Cada cargo exige uma quantidade diferente de números:
Deputado federal: quatro dígitos
Deputado estadual: cinco dígitos 
Senador: três dígitos 
Governador: dois dígitos
Presidente: dois dígitos
Depois de digitar o número, o eleitor deve conferir na tela o nome e a foto do candidato antes de pressionar a tecla "Confirma".
A colinha deve ser levada em papel, porque o eleitor não pode entrar na cabine de votação com celular ou outros equipamentos eletrônicos. A regra também proíbe o uso de câmeras fotográficas, filmadoras e dispositivos semelhantes, para preservar o sigilo do voto.</full></description><image hash="82f6490fb922912753b5194c14cd74ef1f1885ab">https://content.scripts.farolsign.com.br/uploads/feed/dcdfe9342482b35d67af96fc645f7663.jpeg</image></item><item><pubDate>2026-09-16T03:00:00-0300</pubDate><title>Voto nulo ou branco: qual a diferença?</title><description><truncate>O voto branco e o voto nulo representam situações diferentes na urna eletrônica, mas têm o mesmo efeito na apuração das eleições 2026 : nenhum dos dois é considerado voto válido. Portanto, não são contabilizados para candidatos. 
Para votar em branco, o eleitor deve pressionar...</truncate><full>O voto branco e o voto nulo representam situações diferentes na urna eletrônica, mas têm o mesmo efeito na apuração das eleições 2026 : nenhum dos dois é considerado voto válido. Portanto, não são contabilizados para candidatos. 
Para votar em branco, o eleitor deve pressionar a tecla "Branco" na urna eletrônica e, em seguida, "Confirma". Essa opção indica que a pessoa não manifesta preferência por nenhum dos candidatos que disputam aquele cargo.
Já o voto nulo ocorre quando o eleitor manifesta a intenção de anular o voto. Na urna eletrônica, isso pode ser feito, por exemplo, digitando um número de candidato inexistente e depois pressionando a tecla "Confirma". O sistema registra a escolha como voto nulo.
Qual é a diferença entre voto branco e voto nulo?
A principal diferença está na forma como o eleitor manifesta sua escolha. No voto branco, a pessoa seleciona expressamente a opção disponível na urna para não escolher nenhum candidato. No voto nulo, o eleitor utiliza um número que não corresponde a nenhuma candidatura válida.
No passado, o voto em branco tinha um significado diferente na apuração. Antes da urna eletrônica, ele chegou a ser considerado válido e, segundo o Glossário Eleitoral do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), era associado à ideia de conformismo. O voto nulo, por outro lado, era considerado inválido e frequentemente relacionado a uma manifestação de protesto.
Atualmente, votos brancos e nulos são desconsiderados na definição do resultado. Para os cálculos eleitorais, são considerados votos válidos os votos nominais, destinados a candidatos, e os votos de legenda.</full></description><image hash="4c0c9c446ea713a2c85f6dc7aabc32acd423609b">https://content.scripts.farolsign.com.br/uploads/feed/c5e5a67942fa68701790015adef8d4d4.jpeg</image></item><item><pubDate>2026-09-16T00:57:50-0300</pubDate><title>BoJ cogita alta de juros para combater inflação, mas mercado teme impacto nos rendimentos</title><description><truncate>O Banco do Japão (BoJ, o banco central) e o mercado parecem divergir sobre o impacto do aumento das taxas de juros nos rendimentos de longo prazo. Enquanto algumas autoridades do banco central focam em controlar os riscos de alta da inflação, os participantes do mercado se...</truncate><full>O Banco do Japão (BoJ, o banco central) e o mercado parecem divergir sobre o impacto do aumento das taxas de juros nos rendimentos de longo prazo. Enquanto algumas autoridades do banco central focam em controlar os riscos de alta da inflação, os participantes do mercado se preparam para uma taxa terminal mais elevada do que o esperado anteriormente.

Com os rendimentos de longo prazo em ascensão devido a uma combinação de fatores — incluindo preços mais altos do petróleo e preocupações com as finanças públicas do Japão —, a questão central é se o BoJ conseguirá manter a confiança do mercado de que é capaz de conter a inflação por meio de aumentos adequados das taxas.

Nos mercados japoneses, os rendimentos dos títulos públicos de referência de 10 anos recém-emitidos ultrapassaram temporariamente a marca de 3% novamente na terça-feira. Os rendimentos permanecem elevados desde que atingiram 3% pela primeira vez em 30 anos, em 1º de setembro.

Taxas de juros de longo prazo mais altas significam que o governo precisa pagar mais juros sobre sua dívida, além de elevar os custos de financiamento imobiliário com taxas fixas para as famílias.

O BoJ não tem como alvo as taxas de juros de longo prazo, mas sim a taxa de empréstimo interbancário de curtíssimo prazo. No entanto, ambas estão estreitamente ligadas.

De modo geral, as taxas de longo prazo são determinadas por dois fatores: as expectativas para as taxas de juros de curto prazo futuras e o rendimento adicional que os investidores exigem para manter títulos de longo prazo, conhecido como prêmio de prazo. Esse prêmio reflete preocupações com a deterioração das finanças públicas, o superaquecimento da inflação e outros fatores.

Dentro do BoJ, autoridades frequentemente argumentam que o aumento das taxas ajuda a acalmar temores sobre a inflação futura, contendo a alta dos prêmios de prazo. Nessa visão, a alta dos juros exerce pressão de baixa sobre as taxas de longo prazo.

Por outro lado, muitos participantes do mercado acreditam cada vez mais que as expectativas para a taxa terminal do BoJ — o nível em que o ciclo de aperto monetário do banco central terminará — estão subindo e impulsionando os rendimentos de longo prazo. Desde meados de agosto, a crescente expectativa de taxas de curto prazo tornou-se um fator significativo para a alta dos rendimentos de longo prazo, segundo análise de Shotaro Kugo, economista sênior do Instituto de Assuntos Monetários Internacionais.

A taxa de um ano para entrega em dois anos no mercado de “overnight index swap” (OIS) — considerada um indicador das expectativas para a taxa terminal — tem sido negociada recentemente em torno de 2,4%. Espera-se que o BoJ acelere o ritmo de aperto monetário e eleve sua taxa básica de juros para 1,25% na reunião de política monetária desta quinta e sexta-feira. As expectativas do mercado sugerem que os investidores preveem cerca de quatro aumentos adicionais de 0,25 ponto percentual após esse movimento.

"Não é que a taxa terminal tenha saltado repentinamente, mas mais pessoas agora acreditam que ela será mais alta do que o previsto anteriormente, e esse é um fator que impulsiona as taxas de juros de médio e longo prazo", disse uma autoridade do BoJ.

Outra autoridade do BoJ afirmou que a questão é complexa, pois as expectativas de aumento de juros podem exercer pressão tanto de alta quanto de baixa sobre os rendimentos dos títulos públicos de 10 anos.

O prêmio de prazo também está sendo elevado por fatores que escapam ao controle da política monetária do BoJ, dificultando a percepção de qualquer efeito restritivo que os aumentos de juros possam ter sobre os rendimentos de longo prazo.

Os confrontos militares entre os Estados Unidos e o Irã intensificaram-se novamente, elevando os contratos futuros de petróleo bruto West Texas Intermediate (WTI) para acima de US$ 100 o barril pela primeira vez em três meses e meio. Os rendimentos dos títulos de longo prazo dos Estados Unidos também ultrapassaram brevemente a marca de 5% na segunda-feira. Preocupações globais com a inflação e uma onda generalizada de venda de títulos estão repercutindo no Japão.

Medidas introduzidas pelo governo da primeira-ministrado Japão, Sanae Takaichi, incluindo uma proposta de redução do imposto sobre consumo de alimentos, também alimentaram preocupações sobre a situação fiscal do Japão e aumentaram a pressão de alta sobre os rendimentos de longo prazo.

O BoJ encerrou o controle da curva de rendimentos em março de 2024, finalizando a política de direcionar os rendimentos de longo prazo para patamares próximos a 0%. Agora, o banco central avança com o aperto quantitativo, reduzindo a grande carteira de títulos públicos acumulada durante os anos de política monetária de juros ultrabaixos. A posição da instituição é que as taxas de longo prazo devem, em princípio, ser determinadas pelas negociações no livre mercado.

No entanto, se os rendimentos de longo prazo continuarem a subir sem controle, as preocupações com a economia e as finanças públicas poderão se intensificar, levando potencialmente Takaichi a adotar uma postura mais cautelosa em relação a novos aumentos de juros pelo BoJ.

Também podem crescer as pressões para que o banco central aumente a compra de títulos públicos japoneses, o que poderia complicar os esforços do BoJ para normalizar sua política monetária. "Se o BoJ demonstrar que está comprometido em realizar novos aumentos nas taxas de juros, a alta das taxas de longo prazo perderá força", disse Keisuke Tsuruta, estrategista sênior de renda fixa da Mitsubishi UFJ Morgan Stanley Securities.

As atenções agora se voltam para saber se o BoJ conseguirá comunicar sua estratégia de uma maneira que preserve a confiança do mercado.</full></description><image hash="29d06912f0065ebda044c9dc51f2d0ef43fab07f">https://content.scripts.farolsign.com.br/uploads/feed/048cc83d2b7f231b56a7e45bee98a16c.jpg</image></item><item><pubDate>2026-09-16T00:56:37-0300</pubDate><title>Petróleo cai 0,9%, mas segue acima de US$ 100 com preocupações sobre oferta e riscos geopolíticos</title><description><truncate>O petróleo cai no início do comércio asiático, mas permanece acima dos US$ 100 por barril, à medida que o conflito no Médio Oriente continua a comprimir a oferta.
 Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.</truncate><full>O petróleo cai no início do comércio asiático, mas permanece acima dos US$ 100 por barril, à medida que o conflito no Médio Oriente continua a comprimir a oferta.
 Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.</full></description><image hash="b5c302b486d913ceaba16a5d539d208d3c55ee80">https://content.scripts.farolsign.com.br/uploads/feed/fe5b91c7562ffea7cd1ffcc887c2b869.jpg</image></item><item><pubDate>2026-09-16T00:39:09-0300</pubDate><title>EUA avaliam comprar navios de guerra do Japão e da Coreia do Sul para fazer frente à China</title><description><truncate>A Marinha dos Estados Unidos está considerando adquirir navios de guerra construídos em países aliados, como Japão e Coreia do Sul, segundo informaram várias autoridades navais ao “Nikkei Asia”. A medida seria altamente incomum e visa acompanhar a rápida expansão da frota...</truncate><full>A Marinha dos Estados Unidos está considerando adquirir navios de guerra construídos em países aliados, como Japão e Coreia do Sul, segundo informaram várias autoridades navais ao “Nikkei Asia”. A medida seria altamente incomum e visa acompanhar a rápida expansão da frota naval chinesa.

"Estamos desenvolvendo ativamente opções para atender à intenção do presidente de entregar navios mais rapidamente, garantindo, ao mesmo tempo, investimentos de longo prazo, transferência de tecnologia e a expansão da mão de obra nos estaleiros dos Estados Unidos", afirmou uma autoridade da Marinha americana referindo-se ao presidente Donald Trump.

Outra autoridade da Marinha reconheceu que a força militar carece de um número suficiente de embarcações e demonstrou abertura para adquirir navios do Japão. "Podemos comprar algumas fragatas japonesas", disse a autoridade. "Elas são excelentes."

Em agosto, a Casa Branca divulgou um memorando sobre a reconstrução da marinha e da base industrial de construção naval do país, estabelecendo que empresas estrangeiras que construírem novos estaleiros nos Estados Unidos ou adquirirem estaleiros americanos existentes poderão construir as duas primeiras embarcações em seus países de origem para entrega aos Estados Unidos.

Um veículo de notícias operado pelo centro de estudos U.S. Naval Institute informou que fragatas construídas na Coreia do Sul, no Japão e na Turquia estão entre as opções em análise. A candidata japonesa seria uma versão aprimorada da fragata classe Mogami, da Mitsubishi Heavy Industries, atualmente operada pela Força de Autodefesa Marítima do Japão.

A classe Mogami já obteve sucesso em exportações após ter sido selecionada pela Marinha Real Australiana como sua fragata de próxima geração, superando concorrentes da Coreia do Sul, Alemanha e Espanha. O projeto inclui tecnologias avançadas de automação que permitem a operação com uma tripulação relativamente pequena. No entanto, resta saber se o modelo conseguirá atender aos requisitos dos Estados Unidos em relação às operações locais de construção naval e aos cronogramas de entrega rápida.

A Coreia do Sul é amplamente considerada uma forte candidata, uma vez que seus principais estaleiros têm investido ativamente nos Estados Unidos. Em julho, o presidente sul-coreano Lee Jae-myung apresentou os estaleiros do país ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante uma reunião, afirmando que a Coreia do Sul estava pronta para cooperar na construção de embarcações navais. A Turquia também é vista como uma candidata em potencial, beneficiando-se de fortes laços entre os líderes dos dois países.

A administração Trump tem defendido a revitalização da indústria de construção naval dos Estados Unidos. Sua proposta orçamentária para o ano fiscal de 2027 destinou US$ 66 bilhões a programas de construção naval da Marinha, visando produzir um total de 34 navios de guerra e de apoio. Enquanto a capacidade nacional de construção naval não se recupera, Washington avalia a possibilidade de realizar aquisições no exterior.

Essa urgência é impulsionada, em parte, pela expansão militar da China. As forças armadas chinesas quase septuplicaram sua frota de contratorpedeiros e fragatas modernos entre 2001 e 2026, segundo o Ministério da Defesa do Japão. As capacidades do país estão se equiparando rapidamente às dos Estados Unidos.

Em termos de tamanho total da frota, os Estados Unidos continuam sendo líderes mundiais, com 970 embarcações, contra 700 da China. No entanto, as forças navais americanas estão distribuídas globalmente. Ao considerar apenas a região da Ásia-Pacífico, o poderio naval chinês torna-se cada vez mais expressivo.

Os Estados Unidos estão muito atrás da China em capacidade de construção naval. Após o fim da Guerra Fria, a indústria naval americana entrou em declínio e, nos últimos anos, tem produzido apenas um número reduzido de navios comerciais anualmente.

A China, por sua vez, expandiu seu setor de construção naval e detém atualmente a maior participação no mercado mundial. Como resultado, os Estados Unidos buscam cada vez mais a Coreia do Sul e o Japão — o segundo e o terceiro maiores países construtores de navios do mundo — para ajudar a suprir suas necessidades de construção naval.</full></description><image hash="4ba997382e186a1b74585ae30f8c8dd0a5998b12">https://content.scripts.farolsign.com.br/uploads/feed/558c3fc135e11a66af2b8fd4f9e650d3.jpg</image></item><item><pubDate>2026-09-15T23:57:12-0300</pubDate><title>Juristas divergem sobre manutenção do julgamento de Mendonça na próxima semana</title><description><truncate>Professores de direito constitucional ouvidos pelo Valor nesta terça-feira (15) divergem sobre a realização do julgamento do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, na próxima quarta-feira (23) pelo plenário da Corte por suposto abuso de autoridade. A...</truncate><full>Professores de direito constitucional ouvidos pelo Valor nesta terça-feira (15) divergem sobre a realização do julgamento do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, na próxima quarta-feira (23) pelo plenário da Corte por suposto abuso de autoridade. A decisão de manter, ou não, o julgamento naquela data caberá ao presidente do STF, Edson Fachin.

As manifestações dos juristas consideram o resultado da sessão do Supremo desta terça-feira, que discutiu se o pedido de investigação contra Alexandre de Moraes deveria ser julgado pelo plenário de forma conjunta. Integrantes do STF veem fatos que conectam os dois casos e, por isso, alegaram que eles deveriam ser debatidos no mesmo dia.

A questão de ordem, apresentada pelo ministro Gilmar Mendes, defendia que o julgamento a respeito da apuração de um suposto favorecimento do ex-banqueiro Daniel Vorcaro por Moraes fosse adiado e ocorresse junto da deliberação sobre a abertura de uma investigação contra Mendonça pela apresentação de um relatório envolvendo o seu colega de Corte. No fim, o ministro Flávio Dino pediu vista sobre o tema e a questão de ordem não acabou de ser julgada, com placar de 4 a 3 pela aceitação dela.

Para o professor de direito constitucional da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP) de Ribeirão Preto, Rubens Beçak, a questão de ordem foi apresentada no âmbito do julgamento da petição a respeito de Moraes. Logo, o não exame dela não deveria afetar o julgamento do pedido de apuração apresentado por Moraes contra Mendonça na semana que vem. Segundo o jurista, Gilmar poderia, se quisesse reforçar que os dois casos devessem ser apreciados em conjunto, apresentar essa questão de ordem novamente nesta próxima sessão.

“O fato é que o exame dessas duas questões está separadíssimo agora. O do Mendonça vai a partir de quarta, e a vista que o ministro Dino pediu não afeta [esse exame]. Pode ser que ele [Dino] peça outra vista na quarta. Porque, apesar de serem questões diferentes, uma questão de uma denúncia que pode ter substância ou não, a outra é uma questão procedimental que pode ter razão ou não. Eu duvido que ele adie, porque ele próprio marcou a sessão, mas eu acho que vão acabar pedindo vista também desse caso [do Mendonça]”, explicou Beçak.

Já Elival Ramos, professor da Faculdade de Direito da USP, não vê como coerente o STF prosseguir para o julgamento da abertura de uma investigação contra Mendonça sem ter decidido a questão procedimental da análise dos casos em conjunto ou de forma separada. Ele se aproxima de Beçak, contudo, ao avaliar que as petições contra Moraes e Mendonça deveriam ser deliberadas separadamente.

“Até concordo que são questões divergentes, mas não faz sentido você julgar o ministro André Mendonça sem o término da apreciação da questão de ordem, se os casos devem ser discutidos conjuntamente ou de forma separada. Acredito que o presidente Fachin vá adiar o debate sobre Mendonça e vá retomá-lo após a devolução do caso sobre Moraes por Dino, o que deve acontecer só depois das eleições”, declarou Elival.

Fachin determinou a data do julgamento da abertura de apuração a respeito de Mendonça na próxima quarta-feira, uma vez que este magistrado tem, de acordo com os prazos definidos pelo presidente do STF, até o próximo dia 21 para apresentar a sua defesa. Membros da Corte, portanto, defenderam hoje, antes do pedido de vista feito por Dino, que o debate sobre Moraes fosse adiado também para o 23.</full></description><image hash="a9a74637706f12a6ce75dec6c0f930ab96dc8d15">https://content.scripts.farolsign.com.br/uploads/feed/22e2647389d07dcada61c4016d049dea.jpg</image></item><item><pubDate>2026-09-15T22:35:22-0300</pubDate><title>Votar em Lula é votar em Moraes, diz Flávio Bolsonaro em evento em Fortaleza</title><description><truncate>O senador e candidato à Presidência pelo PL, Flávio Bolsonaro, reforçou nesta terça-feira(15) a associação da imagem do presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Flávio disse que, se...</truncate><full>O senador e candidato à Presidência pelo PL, Flávio Bolsonaro, reforçou nesta terça-feira(15) a associação da imagem do presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Flávio disse que, se eleito, pretende indicar cinco ministros para a Corte com um perfil semelhante ao seu.

“Votar em Lula é votar em Alexandre de Moraes e não vou deixar isso acontecer”, disse Flávio, ao participar de um evento de campanha em Fortaleza. 

O presidenciável criticou Moraes e explorou politicamente a sessão realizada nesta terça-feira pelo STF, que analisou o relatório da Polícia Federal (PF) sobre relação entre Moraes e o fundador do Banco Master, o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. O ministro Flávio Dino pediu vista e a análise foi interrompida.

“Hoje é dia de esperança para o povo. Moraes vai ser investigado pelos crimes que cometeu. A tropa de choque de Lula no STF apenas adiou o fim da impunidade. Há esperança sem os ministros indicados por Lula no Supremo”, disse Flávio, na periferia de Fortaleza. “Como presidente da República vou indicar mais cinco ministros, que serão contra o aborto, contra as drogas, a favor da Constituição, e não vou usar a caneta para fazer perseguição politica”, disse.
Flávio afirmou ainda que houve uma “tentativa de blindagem de Moraes”. “A tropa de choque no Supremo do Lula entrou em campo, o ex-ministro da Injustiça do Lula”, afirmou, em referência a Flávio Dino, que foi ministro da Justiça antes de ir para o STF. “O julgamento vai avançar”, disse. “Ninguém pode acreditar que com Lula reeleito alguma coisa vai mudar no país”, afirmou o presidenciável. Em uma tentativa de animar a militância, disse esperar vencer a disputa contra Lula no primeiro turno.


O próximo presidente poderá indicar ao menos três ministros: há uma vaga aberta desde a aposentadoria de Luis Roberto Barroso, e os ministros Luiz Fux, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes devem se aposentar até 2030.

Com a declaração, Flávio indicou esperar a saída de um dos atuais magistrados, como Moraes.

Vice na chapa, o deputado Alfredo Gaspar (PL-AL) disse que Lula e Moraes “estão alinhados”. “Hoje o STF mostrou que Lula e Moraes venceram a briga hoje. Eles estão alinhados na corrupção e na safadeza, mas em 4 de outubro o povo vai se vingar”, disse.
Dirigir aos 16 anos

A uma plateia de centenas de jovens que acompanharam o evento em Fortaleza, Flávio prometeu que, se eleito, vai reduzir de 18 para 16 anos a idade para tirar a habilitação para carros e motos. “Vou dar carteira de motorista para os jovens de 16 anos", disse. " Se tem responsabilidade para escolher presidente  pode dirigir carro e moto”, afirmou.

Flávio prometeu reduzir a maioridade penal para 16 para quem comete crimes como estupro e afirmou que pretende classificar as facções criminosas como organizações terroristas.
Flávio Bolsonaro, candidato à Presidência pelo PL, em Fortaleza
Cristiane Agostine/ Valor</full></description><image hash="65d68190bdb5a238a464c9bced7ea0fcf9e4d499">https://content.scripts.farolsign.com.br/uploads/feed/e6b36d3d894f82416e43b726482217d3.jpeg</image></item><item><pubDate>2026-09-15T22:29:48-0300</pubDate><title>Articuladores da campanha de Flávio falam em ‘decepção’ com atuação de Nunes Marques</title><description><truncate>Articuladores da campanha de Flávio Bolsonaro (PL) foram pegos de surpresa com a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Kassio Nunes Marques de se declarar impedido de votar no julgamento sobre o pedido de investigação do ministro Alexandre de Moraes nesta...</truncate><full>Articuladores da campanha de Flávio Bolsonaro (PL) foram pegos de surpresa com a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Kassio Nunes Marques de se declarar impedido de votar no julgamento sobre o pedido de investigação do ministro Alexandre de Moraes nesta terça-feira (15).
 Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.</full></description><image hash="9081e5ea512af0427aa905c952a29434137b52db">https://content.scripts.farolsign.com.br/uploads/feed/9ccf869c32ed93c00730530570865f76.jpg</image></item><item><pubDate>2026-09-15T22:23:30-0300</pubDate><title>Espanha divulga 1º notificação de violação de dados ligada a agente de IA</title><description><truncate>A autoridade espanhola de proteção de dados informou ter recebido a primeira notificação reportada de uma violação de dados pessoais supostamente realizada por um agente de inteligência artificial, um caso que sugere que sistemas autônomos estão começando a desempenhar um...</truncate><full>A autoridade espanhola de proteção de dados informou ter recebido a primeira notificação reportada de uma violação de dados pessoais supostamente realizada por um agente de inteligência artificial, um caso que sugere que sistemas autônomos estão começando a desempenhar um papel direto em ataques cibernéticos.

A Agência Espanhola de Proteção de Dados (AEPD) informou na segunda-feira (14), em publicação em seu blog, que o incidente envolveu um agente de IA utilizando um modelo de linguagem de grande escala (LLM, na sigla em inglês) amplamente conhecido para identificar vulnerabilidades, obter acesso a um sistema e, posteriormente, modificar dados pessoais e acessar faturas.

A agência afirmou que a suposta violação foi comunicada pela organização afetada e que as informações ainda estão sendo analisadas. A autoridade acrescentou que a utilização de um modelo específico de IA não significa que o próprio modelo ou a infraestrutura de seu fornecedor tenham sido comprometidos, nem que a tecnologia tenha sido desenvolvida para fins maliciosos.

A AEPD não respondeu imediatamente a um pedido de comentário da Reuters, nem identificou qual modelo de linguagem foi utilizado ou qual organização sofreu o ataque.

Segundo a agência, o caso é relevante porque um terceiro teria utilizado um agente de IA para executar múltiplas etapas do ataque com limitada intervenção humana, destacando o papel crescente dos sistemas autônomos em incidentes de cibersegurança.

O episódio ocorre num momento em que reguladores e autoridades de cibersegurança dos Estados Unidos e da Europa vêm ampliando o escrutínio sobre os riscos apresentados por sistemas de IA cada vez mais avançados, ao mesmo tempo em que as empresas adotam rapidamente essa tecnologia.

A Espanha tem se posicionado como uma das defensoras mais atuantes de um modelo de “IA confiável”, voltado à proteção da privacidade, da democracia, dos menores de idade e da segurança pública, em vez de priorizar a velocidade de desenvolvimento ou o lucro para a indústria tecnológica.

A AEPD destacou que um único caso não é suficiente para estabelecer uma tendência mais ampla. Ainda assim, a notificação sugere que ataques assistidos por IA estão deixando de ser apenas uma possibilidade teórica e começando a afetar situações reais envolvendo o tratamento de dados pessoais.

De acordo com a notificação apresentada pela organização afetada, o agente conseguiu acessar o sistema e, em seguida, procurou de forma autônoma por falhas na aplicação. Após identificar uma vulnerabilidade, foi capaz de alterar informações pessoais e visualizar registros de faturamento.

A autoridade espanhola não informou quando concluirá sua análise do incidente.

A agência ressaltou que a IA não cria novas ameaças por si só. No entanto, ela aumenta a velocidade, a escala e a capacidade de adaptação de técnicas maliciosas já existentes, reduzindo o tempo disponível para detectar e conter ataques.

Por isso, controladores de dados, operadores de processamento e encarregados de proteção de dados devem se preparar para um cenário em que a velocidade dos ataques continuará aumentando, acrescentou a AEPD.



Computerizer/Pixabay</full></description><image hash="b743859d9fc3ce6e13745438f05e5af497b0643d">https://content.scripts.farolsign.com.br/uploads/feed/15e70f371fef3644fa545415bdc0f87c.jpg</image></item><item><pubDate>2026-09-15T22:21:36-0300</pubDate><title>TSE e Ministério da Justiça definem regras para atuação da Polícia Rodoviária Federal nas eleições</title><description><truncate>O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e o Ministério da Justiça e Segurança Pública firmaram nesta terça-feira (15) um acordo que estabelece regras para a atuação da Polícia Rodoviária Federal (PRF) durante as eleições de 2026. A portaria conjunta prevê ações de policiamento,...</truncate><full>O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e o Ministério da Justiça e Segurança Pública firmaram nesta terça-feira (15) um acordo que estabelece regras para a atuação da Polícia Rodoviária Federal (PRF) durante as eleições de 2026. A portaria conjunta prevê ações de policiamento, fiscalização e patrulhamento das rodovias federais e determina a cooperação da corporação com a Justiça Eleitoral para garantir o livre exercício do voto.

O acordo também prevê, pela primeira vez, o uso da estrutura da PRF para apoio logístico em situações de emergência provocadas por eventos climáticos extremos. A preocupação é evitar que chuvas, incêndios, bloqueios de estradas ou outros eventos prejudiquem o deslocamento dos eleitores e o acesso aos locais de votação.

A definição de regras para a atuação da PRF ocorre quatro anos depois da controvérsia envolvendo a corporação no segundo turno das eleições de 2022. Na ocasião, a PRF realizou uma série de operações de fiscalização de veículos, sobretudo no Nordeste, região em que o então candidato Luiz Inácio Lula da Silva tinha ampla vantagem eleitoral.

As ações ocorreram apesar de decisão do então presidente do TSE, Alexandre de Moraes, que havia proibido operações relacionadas ao transporte de eleitores, e deram origem a acusações de que a fiscalização teria sido direcionada para dificultar o acesso de eleitores às urnas.

Após a eleição, dados apresentados pelo Ministério da Justiça e pela própria PRF apontaram uma atuação considerada atípica da corporação no Nordeste, com aumento de efetivo e de fiscalizações em relação ao padrão habitual.</full></description><image hash="23c59e773546ea90c1aa180610c0a2ec4bf31428">https://content.scripts.farolsign.com.br/uploads/feed/b2f96060a9575310219811f97f59c038.jpg</image></item><item><pubDate>2026-09-15T22:02:10-0300</pubDate><title>Déficit comercial do Japão cresce ao maior patamar em 7 meses</title><description><truncate>O Japão registrou, em agosto, seu maior déficit comercial em sete meses, uma vez que o aumento dos custos de energia elevou a conta de importações do país. O déficit comercial ficou em 1,1056 trilhão de ienes (equivalente a US$ 7,13 bilhões) no mês passado, segundo dados do...</truncate><full>O Japão registrou, em agosto, seu maior déficit comercial em sete meses, uma vez que o aumento dos custos de energia elevou a conta de importações do país. O déficit comercial ficou em 1,1056 trilhão de ienes (equivalente a US$ 7,13 bilhões) no mês passado, segundo dados do governo divulgados nesta terça-feira (15) ― quarta-feira (16) pelo horário local.
 Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.</full></description><image hash="b7f55bd2e74e5386ab5d308e87881046d5023de4">https://content.scripts.farolsign.com.br/uploads/feed/7e8e3822f904b3c4f2c219e5e2bfad26.jpg</image></item><item><pubDate>2026-09-15T21:39:27-0300</pubDate><title>Lula culpa cartão de crédito pelo endividamento da população</title><description><truncate>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva culpou o cartão de crédito como um fator para que o endividamento no Brasil tenha crescido. Em entrevista nesta terça-feira (15), afirmou que a preocupação do governo é com os inadimplentes. 

“O cartão de crédito é uma coisa criminosa...</truncate><full>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva culpou o cartão de crédito como um fator para que o endividamento no Brasil tenha crescido. Em entrevista nesta terça-feira (15), afirmou que a preocupação do governo é com os inadimplentes. 

“O cartão de crédito é uma coisa criminosa que facilita as pessoas a se endividarem, [porque] tudo que você pode comprar sem ver dinheiro você compra com maior facilidade”, afirmou Lula à TV Record. “Hoje, está muito fácil as pessoas comprarem, porque no celular elas fazem tudo.” 
Leia mais: 
Lula diz que Fachin e STF têm 'todas as informações' para saber 'quem fez o quê'

A inadimplência das famílias brasileiras voltou a subir em agosto, em meio à manutenção de patamar recorde de endividamento, segundo pesquisa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). A parcela de endividados entre julho e agosto ficou em 82%, a maior proporção na série da pesquisa, iniciada em 2010. Em agosto de 2025, a fatia de endividados era de 78,8%. 

Segundo o presidente, o foco tem de estar nos 29% da população que está inadimplente. “Esses são um problema sério, que nós temos de saber como ajudar essas pessoas a sair da inadimplência”, afirmou Lula. “O problema não é a dívida, o problema é o cara não poder pagar sua dívida”, declarou o presidente. 
A fatia de endividados que admitiram inadimplência subiu de 29,8% em julho para 29,9% em agosto. Porém, foi inferior à fatia de agosto de 2025 (30,4%). 

“Temos que dizer para a sociedade que comprou e que está devendo: ‘Não pode gastar mais do que ganha. Se você comprou alguma coisa acima do seu ganho, você vai quebrar a cara’”, disse. 

A percepção da população sobre economia tem se tornado um dos principais pontos de alerta para o governo, a menos de vinte dias do primeiro turno das eleições. Pesquisas públicas e trackings internos mostram que o público não está satisfeito com a própria situação, apesar da melhoria de parte dos índices econômicos. 

Pixabay</full></description><image hash="fc50ffe4667c055f2cf9ee95df28cdb4970e9381">https://content.scripts.farolsign.com.br/uploads/feed/7a9a66caa02bc41f8a35efe137757720.jpg</image></item><item><pubDate>2026-09-15T21:09:42-0300</pubDate><title>Crise no STF é tema dos candidatos na propaganda eleitoral na TV</title><description><truncate>A crise no Supremo Tribunal Federal (STF) foi o tema principal dos programas dos candidatos à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) e Ronaldo Caiado (PSD) nesta terça-feira (15). O presidente Luiz Inácio Lula da Silva dedicou-se aos planos para a segurança pública e a...</truncate><full>A crise no Supremo Tribunal Federal (STF) foi o tema principal dos programas dos candidatos à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) e Ronaldo Caiado (PSD) nesta terça-feira (15). O presidente Luiz Inácio Lula da Silva dedicou-se aos planos para a segurança pública e a educação e também tratou do envolvimento de Flávio no caso do Banco Master.

Lula, que exibiu a mesma propaganda de sábado (12), concentrou boa parte de seu programa na segurança pública e defendeu a aprovação da PEC da Segurança, que amplia a atuação do governo federal no setor. Entre as propostas apresentadas estão a integração da Polícia Federal com forças estaduais e municipais, a transformação de 138 presídios estaduais em unidades de padrão federal e o combate às fontes de financiamento das facções criminosas.

Na educação, Lula prometeu ampliar o Pé-de-Meia para todos os alunos da rede pública a partir de 2027. O programa também atacou Flávio, citando aliados como Rodrigo Bacellar e TH Joias, presos por relação com o Comando Vermelho, e os recursos solicitados pelo senador a Daniel Vorcaro.

Flávio abriu seu programa afirmando que estava “interrompendo a campanha eleitoral” diante da crise no STF. O candidato acusou o governo Lula de provocar um “desequilíbrio institucional” e afirmou que o presidente “dividiu o seu poder com Alexandre de Moraes”.

Na sequência, apresentou propostas para classificar PCC, Comando Vermelho e milícias como organizações narcoterroristas e prometeu trabalhar pela redução dos juros e da dívida pública.

Caiado também usou a crise no Supremo para sustentar que o país atravessa um problema de natureza moral. “Você vê um Supremo se deteriorando”, afirmou. O candidato disse que a corrupção teria retirado R$ 600 bilhões dos cofres públicos apenas em 2025 e associou o problema à falta de “autoridade moral” dos governantes.

Segundo Caiado, o Brasil precisa voltar a acreditar em homens e mulheres com espírito público, que respeitem o dinheiro público e não utilizem seus cargos para enriquecimento ou obtenção de vantagens. “O problema no Brasil hoje é moral”, afirmou.

Em uma inserção mais curta, Augusto Cury (Avante) falou sobre empreendedorismo e disse que pretende ouvir a população durante a campanha. “Eu não vim aqui fazer política e pedir votos. Eu vim aqui para escutar vocês, de todo o coração”, afirmou. Cury defendeu a criação de uma “escola do empreendedor” e de um “banco do empreendedor” em cada comunidade.</full></description><image hash="8fd791a45eadf3febc4b94f61c7fab1e77087b80">https://content.scripts.farolsign.com.br/uploads/feed/f710fa22d1437c66bf440933ab4520b5.jpg</image></item><item><pubDate>2026-09-15T20:46:50-0300</pubDate><title>Gonet nega relação com Vorcaro, mas diz que parabenizou banqueiro por negócio do Master com BRB</title><description><truncate>Em manifestação encaminhada por escrito nesta terça-feira (15) ao conselho superior do Ministério Público Federal, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, negou ter relação de amizade com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro ou "interesse pessoal" nos processos envolvendo o...</truncate><full>Em manifestação encaminhada por escrito nesta terça-feira (15) ao conselho superior do Ministério Público Federal, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, negou ter relação de amizade com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro ou "interesse pessoal" nos processos envolvendo o empresário, mas admitiu que deu os "parabéns" ao então banqueiro pela venda do Master ao BRB, que estava sendo discutida ano passado, em uma chamada de telefone feita por meio do advogado Ciro Soares. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.</full></description><image hash="763ca55f4ce0aee9386124539aa6c2a5c98f77f2">https://content.scripts.farolsign.com.br/uploads/feed/f61816de1ea79666ad4f2d876877d2c1.jpg</image></item><item><pubDate>2026-09-15T20:38:06-0300</pubDate><title>Redata põe Brasil na disputa, mas não destrava projetos, diz CEO da Scala</title><description><truncate>A aprovação do Redata coloca o Brasil na disputa por grandes investimentos em “data centers”, mas ainda não é suficiente para destravar projetos no país. A avaliação é de Marcos Peigo, CEO e cofundador da Scala Data Centers. Para ele, os próximos passos fundamentais são...</truncate><full>A aprovação do Redata coloca o Brasil na disputa por grandes investimentos em “data centers”, mas ainda não é suficiente para destravar projetos no país. A avaliação é de Marcos Peigo, CEO e cofundador da Scala Data Centers. Para ele, os próximos passos fundamentais são avançar na discussão sobre a tributação estadual, especialmente o ICMS incidente na importação de equipamentos e a revisão da portaria Gecex (Comitê-Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior) que majorou alguns dos itens contemplados no Redata.

“O Redata me coloca de volta na mesa do cliente para conversar. Sem o Redata, a gente não estava nem entrando para a conversa. Nós voltamos a conversar, mas não tem nenhum projeto relevante [de ‘data center’] que vá ser assinado apenas em função da aprovação do Redata”, afirmou.

Segundo Peigo, grandes projetos ainda aguardam o avanço das discussões sobre o ICMS para que a conta feche. Os equipamentos importados representam a maior parcela dos investimentos desses empreendimentos e, mesmo com o novo regime federal e assumindo o ajuste dos itens do Gecex, o Brasil ainda seria cerca de 18% mais caro que os Estados Unidos nesse segmento.

“Se a gente não concluir o incentivo do ICMS entre 80% e 90% no Confaz e a redução do imposto de importação que foi majorado sobre alguns produtos via Gecex no MDIC, a fim de garantir que a gente tenha competitividade para as cargas locais, vamos continuar dependendo da infraestrutura estrangeira”, afirmou.

Para o executivo, o desenho construído no Redata, na homologação dos projetos e na definição dos equipamentos contemplados, pode servir de “atalho” para que os Estados avancem na discussão tributária.

Essa primeira etapa, envolvendo os tributos federais e estaduais, tem como objetivo trazer para o Brasil a infraestrutura necessária para atender à demanda doméstica hoje processada no exterior, ainda superior a 50%. Peigo avalia que o país perdeu a primeira onda de investimentos para treinamento de modelos de inteligência artificial, mas ainda pode capturar a expansão da chamada “inferência”, etapa em que modelos já treinados são utilizados para responder às demandas dos usuários.

A formação desse mercado também abriria espaço para uma cadeia nacional de fornecedores. “Primeiro a gente traz o ‘data center’, traz o mercado consumidor para cá, estabelece o Brasil no mapa e aí cria essas oportunidades para a indústria brasileira produzir os insumos necessários. Mas não é na primeira onda, vai ser na segunda e na terceira”, comentou.

O CEO estima um mercado potencial de 15 a 18 gigawatts (GW) de centros de dados no Brasil em 10 anos, incluindo 3 a 4 gigawatts para mercado local e o restante para exportação. Para que esse potencial se concretize, porém, seria necessário avançar em uma segunda frente: transformar o país em um hub global de processamento de dados, capaz de atender também clientes de outros mercados, e não apenas a demanda doméstica. 

Para viabilizar essa vertente mais ampla, seria necessário promover medidas concretas e atuar, por exemplo, nas Zonas de Processamento de Exportação (ZPEs). Peigo avalia que as existentes não estão necessariamente em locais adequados aos “data centers”, que dependem de infraestrutura urbana, segurança, mão de obra qualificada e proximidade de aeroportos internacionais. Para ele, o país precisaria avançar na criação de ZPEs em regiões aptas a receber esses projetos e que ao mesmo tempo promovessem o desenvolvimento regional.

Há ainda a questão dos dados. Enquanto a carga doméstica envolve manter dados brasileiros sob soberania local, a exportação exige assegurar a empresas e governos estrangeiros que suas informações não poderão ser acessadas por ordem de autoridades brasileiras simplesmente por serem processadas no país.

Segundo Peigo, as ZPEs, por si só, não oferecem essa proteção, e o país provavelmente precisará aprimorar regras e discutir acordos bilaterais para permitir inclusive o processamento de dados sigilosos de governos estrangeiros.

“A LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) na configuração atual é um instrumento poderoso, já super madura e recentemente reconhecida como 'igual' pela Comunidade Europeia, mas ainda precisamos de alguns ajustes se decidirmos abraçar a criação desses polos exportadores de processamento internacional.”

“Celebramos hoje a aprovação do Redata, depois de muito trabalho coordenado entre iniciativa privada, governo e legisladores. Mas é preciso deixar claro que é só um começo, não um fim”, concluiu.

Marcos Peigo, CEO da Scala
Divulgação</full></description><image hash="8bf5a422385f5cc47465824a6df35eabdb589fe6">https://content.scripts.farolsign.com.br/uploads/feed/a3adbf4d77fcdc56cda6ba191fbdea39.jpeg</image></item><item><pubDate>2026-09-15T20:37:03-0300</pubDate><title>Lula defende que todos os citados sejam investigados</title><description><truncate>Presidente Luiz Inácio Lula da Silva anuncia mudanças no atendimento do INSS, no Palácio do Planalto, em Brasília
Ricardo Stuckert/Divulgação
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu, na terça-feira (15), a investigação de todos os acusados de envolvimento nas...</truncate><full>Presidente Luiz Inácio Lula da Silva anuncia mudanças no atendimento do INSS, no Palácio do Planalto, em Brasília
Ricardo Stuckert/Divulgação
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu, na terça-feira (15), a investigação de todos os acusados de envolvimento nas investigações do Banco Master, “sem trégua”. Segundo ele, com a abertura dos sigilos dos processos, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, tem “tudo para saber quem fez o quê”, e que os culpados têm de “pagar”. 
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“Nós chegamos a um momento determinante. O STF já está dotado de todas as informações, não há ninguém que possa fugir do julgamento”, afirmou o petista  ao Jornal da Record.
“O sigilo foi quebrado, Fachin tem a faca e o queijo na mão. Quem fez, tem que ser punido e julgado. Não dá para o povo ver o STF perder credibilidade na sociedade”, completou.
O chefe do Executivo citou nominalmente os ministros Kassio Nunes Marques e Dias Toffoli, que se declararam impedidos de votar na sessão de terça-feira. “Por que o Toffoli não votou? Por que o Kassio não votou? Quem é que levou dinheiro e participou dessa trama?”, questionou. Segundo ele, o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master,  é “uma quadrilha que envolveu muita gente”. “Vamos colocar o Brasil a nu e investigar”, falou. 
Na esteira, o chefe do Executivo criticou os ministros que têm parentes que advogam, citados em conversas com o ex-banqueiro. “Não pode quem estiver no Poder Judiciário querer ficar rico”, disse, sem falar nomes.
Lula voltou a defender uma reforma no Judiciário, com o estabelecimento de mandatos e a forma de escolha dos ministros. Além disso, disse também  ser preciso mudar critério de indicação de juízes de outras Cortes.
Nos bastidores, a campanha de Lula tenta mudar a estratégia de comunicação, mas diz ver a pauta das eleições deste ano “sequestrada” pelo debate em torno do STF. Depois de o petista ficar estagnado nas pesquisas e ver o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ultrapassá-lo numericamente na Quaest, sua candidatura intensificou a comparação do seu governo com o de Jair Bolsonaro (PL), pai do parlamentar, mas já calcula que o impacto será menor do que o esperado pela atenção que a opinião pública tem dado ao embate na Corte. 
Petistas avaliam que o resultado do julgamento que pode autorizar a abertura de uma investigação contra o ministro Alexandre Moraes e  as ações recentes do colega André Mendonça devem influenciar o pleito e dizem temer que o impacto seja mais negativo para eles. 
Cobrada pela militância para adotar um tom mais duro a menos de 20 dias das eleições, a campanha tem intensificado os materiais de comparação entre governos em pautas como fome, pobreza e saúde pública, mas também apelando para imagens mais fortes. Acompanhadas da legenda “Se o pai fez isso, imagina o filho”, postagens do PT mostram fotos de cemitérios improvisados para mortos da covid-19, pessoas retirando caminhões atrás de ossos e florestas desmatadas, registros feitos entre 2019 e 2022. 
A estratégia é tentar questionar o eleitor “se ele quer voltar para isso” em referência à gestão Bolsonaro, argumentam articuladores da campanha petista, comparando com dados positivos do Lula 3. O Valor apurou que essa manobra faz parte da estratégia do marqueteiro Raul Rabelo em atacar os adversários, mas sem “abaixar o nível”.
Com o noticiário, as redes sociais e parte da opinião pública de olho nos desdobramentos do STF, no entanto, aliados do chefe do Executivo lamentam que os esforços possam ser “em vão” ou “tardios”. Os mais pessimistas apontam que, por mais que Lula e o governo não estejam envolvidos, o clima de insegurança institucional é sempre mais danoso para o incumbente, que acaba responsável pela incerteza, aos olhos do eleitor, além de fragilizar as instituições.</full></description><image hash="23d45c49e636a555f46c5c986c8a16280a889186">https://content.scripts.farolsign.com.br/uploads/feed/895287d057b8f02163b5d5a5f910606c.jpg</image></item><item><pubDate>2026-09-15T20:30:42-0300</pubDate><title>EUA anunciam restrições a visto para parte dos cidadãos sul-africanos </title><description><truncate>O secretário de Estado americano, Marco Rubio, disse nesta terça-feira que os EUA estão definindo novas restrições na concessão de vistos a uma parte dos cidadãos da África do Sul, em novo desdobramento na política de esfriamento das relações entre a Casa Branca e o país.    ...</truncate><full>O secretário de Estado americano, Marco Rubio, disse nesta terça-feira que os EUA estão definindo novas restrições na concessão de vistos a uma parte dos cidadãos da África do Sul, em novo desdobramento na política de esfriamento das relações entre a Casa Branca e o país.      
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O governo Trump tem criticado a África do Sul em uma variedade de questões, entre as quais as políticas públicas sobre desigualdade racial, que Washington considera prejudiciais à população branca
A Casa Branca também critica as políticas de reforma agrária da África do Sul  e a acusação de genocídio movida  pelo governo sul-africano contra Israel, na Corte Internacional de Justiça,  pelos ataques na Faixa de Gaza.
Segundo comunicado de Rubio, as restrições a vistos para cidadãos sul-africanos visam "nacionais do país que sejam responsáveis ou cúmplices com a deliberação ou implementação de leis ou políticas que permitam confiscos de terras sem compensação, discriminação baseada em raça e/ou incitamento de violência contra grupos de minoria étnica ou racial na África do Sul".
No comunicado, o secretário de Estado americano acrescentou que o governo sul-africano "não abordou de forma adequada as preocupações mencionadas". A embaixada sul-africana em Washington não respondeu de forma imediata a pedido de comentário feito pela Reuters. O comunicado de Rubio desta terça-feira não identifica pelo nome pessoas que estariam sujeitas às restrições.
O governo sul-africano diz que não há evidências de discriminação ou perseguição a pessoas brancas no país e que ideias de superioridade racial branca são uma ameaça à unidade nacional posterior ao regime de apartheid, bem como à soberania e às relações diplomáticas da África do Sul.
Trump reduziu ajuda ao país, já ofereceu refúgio à minoria branca africâner, expulsou o embaixador sul-africano em Washington e afirmou falsas alegações de genocídio de pessoas brancas no país africano.</full></description><image hash="c56c03650a9fff711079fd4395a351932e83f020">https://content.scripts.farolsign.com.br/uploads/feed/5c17b0d27658bd8091d679f8f0d906af.jpg</image></item><item><pubDate>2026-09-15T20:00:27-0300</pubDate><title>Sessão no STF ficou sem respostas, dizem especialistas</title><description><truncate>A sessão desta terça-feira (15) do Supremo Tribunal Federal (STF) foi marcada por controvérsias jurídicas, deixou evidente a tensão nos bastidores da Corte e chegou ao fim sem respostas, segundo especialistas em direito ouvidos pelo Valor. A participação dos ministros...</truncate><full>A sessão desta terça-feira (15) do Supremo Tribunal Federal (STF) foi marcada por controvérsias jurídicas, deixou evidente a tensão nos bastidores da Corte e chegou ao fim sem respostas, segundo especialistas em direito ouvidos pelo Valor. A participação dos ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça em uma votação na qual estão implicados foi um dos pontos polêmicos.

Para o advogado criminalista Antonio Gonçalves, pós-doutor em direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), foi uma sessão recheada de "tensões e disputas jurídicas e políticas", que terminou sem a resposta que a sociedade esperava.
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"O que estava em debate era se, em nome da defesa da lisura, da transparência e da publicidade do Supremo Tribunal Federal, teríamos a abertura de investigação contra um de seus membros. Infelizmente, ainda não temos essa resposta", diz, acrescentando que a "credibilidade da Corte" está sendo posta à prova a 20 dias das eleições.
Álvaro Jorge, professor Fundador da FGV Direito Rio, destacou que o desfecho da sessão desta terça-feira não foi suficiente para reduzir a insegurança na sociedade sobre qual o rumo correto sobre o julgamento do caso Master. “Espera-se do Supremo que acabe pacificando os conflitos. E acho que o julgamento foi tudo menos o encaminhamento de uma pacificação”, afirmou.

Marcelo Crespo, coordenador do curso de direito da ESPM e doutor em direito penal pela Universidade de São Paulo (USP), diz que foi o próprio STF que acabou no centro de um julgamento que originalmente era para decidir sobre um relatório da Polícia Federal. "Entre impedimentos, suspeições, acusações de avocação e pedido de vista, o Supremo não apagou o incêndio, e mostrou que o fogo chegou às suas próprias regras de funcionamento", considera.

Crespo afirma que a discussão "virou uma disputa sobre quem pode julgar quem", passando ao largo dos fatos. 
"A pergunta já não é apenas se há razões para investigar [ministros]. Antes disso, o STF terá de responder a uma questão muito mais desconfortável: quando os ministros entram no caso, quem julga os julgadores?", diz.
Marcelo Crespo, coordenador do curso de direito da ESPM e doutor em direito penal pela Universidade de São Paulo (USP)
ESPM/Divulgação
A advogada criminalista Camila Motta, do escritório Motta Luiz Advocacia, afirma que as críticas feitas por Flávio Dino e a defesa da observância do rito processual são "absolutamente pertinentes", mas jogam luz sobre os critérios de rigor procedimental adotados pelo Supremo.

"O STF, em diferentes momentos, admitiu soluções processuais excepcionais e uma atuação fortemente monocrática de seus ministros, sendo o inquérito das fake news talvez o exemplo mais evidente dessa flexibilização. Por isso, causa alguma perplexidade que agora se invoque o rito como elemento central e indispensável", diz.

Para Motta, o respeito a regras processuais não pode ser usado conforme conveniências. "A questão é compreender por que, neste caso, o rito passa a assumir tamanha relevância quando, em outras situações igualmente sensíveis, sua flexibilização foi admitida. Se o rito importa, ele deve importar sempre. Caso contrário, o que deveria constituir uma garantia institucional corre o risco de se transformar em argumento de conveniência, acionado apenas quando adequado ao caso concreto."

Parte dos especialistas afirma que Moraes e Mendonça podiam participar da votação porque ela envolvia procedimento, e não mérito. No entanto, o entendimento não é unanimidade. Para Gonçalves, como a análise era sobre uma questão de ordem — se o STF juntará os casos e fará novo sorteio de relator —, os dois ministros poderiam votar. "Ainda não se analisa o mérito, que é a abertura das investigações", diz.

"Ele [Moraes] votou num aparte, antes de lhe ser dada a palavra. Entendo que nem sequer poderia votar", diverge Crespo. A advogada criminalista Maíra Salomi, professora da Fundação Getulio Vargas (FGV) Direito SP, diz que ficou "a critério" de ambos a participação. "A confusão toda é instalada pelo ineditismo da questão e falta de previsão regimental a respeito."
Advogada criminalista Camila Motta Luiz de Souza, fundadora do escritório Motta Luiz Advocacia
Bruna Veratti/Divulgação
Motta avalia como "equivocada" a participação de Moraes e afirma não identificar neste momento, em relação a Mendonça, "causa jurídica de impedimento que justifique seu afastamento do julgamento". No entanto, para a advogada, seria prudente que Mendonça se abstivesse, "diante da possibilidade de que sua participação venha a suscitar, futuramente, questionamentos sobre a imparcialidade do julgamento ou alegações de impedimento ou suspeição".

Segundo ela, Mendonça não estava "juridicamente impedido", mas poderia ter alegado razões de foro íntimo, "como medida de cautela destinada a preservar a higidez da decisão e evitar controvérsias posteriores".
Decisões controversas
O pedido de vista apresentado por Dino causou estranhamento a Salomi, já que a advogada criminalista não vê "motivos razoáveis" para a decisão, embora exista previsão regimental para ela ser invocada, mesmo na fase de discussão procedimental.

"Esse pedido neste momento me parece despropositado, sobretudo pelas razões apresentadas. Alegar que muitas sessões serão necessárias para apreciar as várias mensagens que seguem sendo reveladas, diante da proximidade das eleições, é fechar os olhos para a gravidade dos fatos", diz Salomi.

Segundo ela, "é certo que se faz necessário observar as leis e o regimento interno, mas o julgamento não pode ser postergado sob pena de aprofundar a crise institucional que o Supremo está vivendo".

O argumento usado por Nunes Marques para se declarar impedido também foi considerado frágil. Na avaliação de Crespo, o fato de o ministro presidir o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) não seria, por si só, um motivo justificável para o magistrado não participar do julgamento, embora ele alegue que "o TSE está indo muito bem [como árbitro da campanha] e que o julgamento pode impactar o cenário político-eleitoral".

"Não faz sentido sob a ótica da lei, pois ser presidente do TSE não gera impedimento automático no STF, mas faz total sentido prático, porque o verdadeiro motivo é o conflito de interesses: relatórios da Polícia Federal no 'caso Master" citam mensagens que mencionam o próprio ministro e seu filho, o que o obriga legalmente a se afastar do julgamento por envolvimento pessoal com o objeto da investigação", diz.

Já a suspeição declarada por Dias Toffoli foi considerada algo natural por Antonio Gonçalves, que diz que o ministro "manteve a coerência", porque já vinha se declarando suspeito na Segunda Turma. "Toffoli se declarou suspeito por razão de foro íntimo, razão pela qual não pode votar, porém, está legitimado a participar como ouvinte e pode pedir a palavra se for citado no transcurso da votação", explica o advogado.
Advogado criminalista Antonio Gonçalves, pós-doutor em direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP)
Divulgação
A sessão terminou sem encaminhar se os casos de Moraes e Mendonça serão julgados em conjunto ou separados. Para Crespo, aglutinar seria um caminho favorável à "defesa política e jurídica" de Moraes.

"Se o plenário agora decidir juntar tudo, muda-se a natureza do julgamento: deixa de ser 'há elementos mínimos para investigar Moraes?' e passa a ser uma espécie de julgamento global da crise. Isso interessa à defesa política e jurídica de Moraes, porque permite deslocar o foco da substância das mensagens para a forma como Mendonça obteve, tratou e divulgou o material. O risco é evidente: uma questão pode contaminar a outra. Eventual irregularidade de Mendonça não torna automaticamente falsas ou imprestáveis todas as informações relativas a Moraes."

Segundo Gonçalves, é possível esperar mais tensão nas próximas sessões sobre os casos de Moraes e Mendonça. "O julgamento da questão de ordem já conferiu o clima jurídico e, principalmente, político que permeia o Supremo Tribunal Federal neste momento. Quando da análise do mérito para a abertura ou não das investigações, a tensão seguirá elevada, com resultado tendente a se repetir ao de hoje, inclusive no tocante a um eventual pedido de vista."
O presidente do STF, Edson Fachin, havia marcado também a sessão para que o plenário analisasse os relatórios e questionamentos envolvendo a conduta do ministro André Mendonça para o dia 23. Porém, segundo a advogada constitucionalista Vera Chemim, com o pedido de vista de Dino, este julgamento deve ser afetado. “É uma questão de ordem, preliminar. Então a menos que eles adotem uma conduta diferente, acredito que afeta o julgamento da abertura de investigação [contra Mendonça].”</full></description><image hash="d1a473a8692f86eabfa906b1e56f9fefc2f31467">https://content.scripts.farolsign.com.br/uploads/feed/73c8075fa4b1e305d68f4e86a4b2a5ed.jpg</image></item><item><pubDate>2026-09-15T19:48:30-0300</pubDate><title>LOC X capta R$ 1,5 milhão em crédito estruturado com FGI</title><description><truncate>A LOC X, empresa que atua há 10 anos no mercado imobiliário corporativo, captou R$ 1,5 milhão em uma operação de crédito estruturado com assessoria da BuyCo, companhia especializada em valuation, MA e estruturação financeira para pequenas e médias empresas.
A operação foi...</truncate><full>A LOC X, empresa que atua há 10 anos no mercado imobiliário corporativo, captou R$ 1,5 milhão em uma operação de crédito estruturado com assessoria da BuyCo, companhia especializada em valuation, MA e estruturação financeira para pequenas e médias empresas.
A operação foi estruturada com prazo total de 48 meses e seis meses de carência. O crédito teve como objetivo apoiar a expansão da LOC X, fortalecer sua capacidade de investimento e sustentar o desenvolvimento de novos negócios e serviços dentro da operação.
A modalidade utilizada foi o Fundo Garantidor para Investimentos (FGI), com 80% da operação garantidos pelo fundo e os 20% restantes complementados por investimento como garantia. A estrutura permitiu viabilizar o acesso ao capital necessário sem exigir da empresa uma composição excessiva de garantias.
A LOC X surgiu a partir da experiência da Francisca Imóveis, empresa tradicional fundada pelo pai de Marcos Silva. Ao longo de sua trajetória, a companhia desenvolveu uma carteira de grandes clientes por meio de relacionamentos, indicações e um modelo de atuação voltado à geração de resultados no mercado imobiliário corporativo.
Atualmente, a empresa possui uma operação diversificada, com receitas provenientes de renegociação de contratos, expansão, mensalidades do sistema Lock XRE, administração de aluguéis, Professional Service e Recover Audit. Esse modelo amplia as possibilidades de atuação da companhia e reforça a importância de capital para sustentar novas frentes de crescimento.
Para acompanhar a evolução da operação, a LOC X buscava uma alternativa de crédito para empresa que permitisse avançar em sua estratégia de expansão. Segundo a BuyCo, a estruturação da operação considerou a necessidade de capital, o prazo de pagamento, a capacidade de geração de caixa e o momento de crescimento da companhia.
De acordo com Rafaela Rossi, CBO da BuyCo, operações de crédito estruturado para empresas em crescimento devem considerar mais do que o valor aprovado.
"Uma operação de crédito bem estruturada precisa estar conectada aos objetivos da empresa, ao ciclo de caixa e à capacidade de pagamento. Quando prazo, carência e garantias são definidos de acordo com a realidade do negócio, o crédito pode apoiar planos de expansão sem comprometer a continuidade da operação", afirma.
O recurso proporcionou à LOC X liquidez para avançar em novas frentes de negócio. A estrutura com seis meses de carência também permitiu que a empresa tivesse fôlego financeiro para fortalecer sua operação, desenvolver novos serviços e preparar a companhia para uma nova etapa de expansão.
Para pequenas e médias empresas, o acesso a crédito pode ser utilizado para diferentes finalidades, como expansão comercial, investimento em estrutura, tecnologia, capital de giro, desenvolvimento de novos produtos ou serviços e alongamento de passivos. No entanto, a definição da modalidade adequada depende da análise da situação financeira da companhia, das garantias disponíveis, do prazo de pagamento e da finalidade dos recursos.
No caso da LOC X, a solução financeira foi construída a partir de uma análise da realidade operacional da empresa. O objetivo foi conciliar acesso a capital, prazo adequado, preservação de liquidez e capacidade de pagamento, com foco no crescimento sustentável da operação.
Rafaela complementa que a estruturação de crédito exige uma leitura integrada da empresa.
"Antes de buscar crédito, é necessário entender para que o recurso será utilizado, qual é o impacto esperado no negócio e como a empresa pretende honrar a operação ao longo do tempo. Esse diagnóstico ajuda a evitar decisões baseadas apenas na necessidade imediata de capital", ressalta.
A operação da LOC X demonstra como soluções de crédito estruturado podem apoiar empresas que buscam expandir suas atividades, desenvolver novos serviços e sustentar uma nova etapa de crescimento. Nesse tipo de processo, a combinação entre análise financeira, definição da modalidade de crédito, estrutura de garantias e negociação de prazo pode influenciar diretamente a efetividade da operação.
Para saber mais, basta acessar https://buyco.com.br.</full></description><image hash="226fed129aab9ad328862a5ed723f19ced0004b5">https://content.scripts.farolsign.com.br/uploads/feed/25081ad4c3c91b54c0268eeec4493e75.jpg-20260915194815</image></item><item><pubDate>2026-09-15T19:48:04-0300</pubDate><title>Julgamento no STF toma conta da Faria Lima</title><description><truncate>Ainda que a sessão do Supremo Tribunal Federal (STF) para julgar o caso do ministro Alexandre de Moraes quase não tenha provocado oscilações nos ativos financeiros durante o dia, a votação foi acompanhada com lupa pelos participantes do mercado.
Na Faria Lima, os investidores...</truncate><full>Ainda que a sessão do Supremo Tribunal Federal (STF) para julgar o caso do ministro Alexandre de Moraes quase não tenha provocado oscilações nos ativos financeiros durante o dia, a votação foi acompanhada com lupa pelos participantes do mercado.
Na Faria Lima, os investidores acompanharam de perto o julgamento e, no horário de almoço, nos shoppings e restaurantes do Itaim Bibi, o STF era o principal assunto. Não somente o STF, mas o impacto de toda a crise no resultado das eleições, que têm sido acompanhadas de perto nos “trackings” e pesquisas contratadas por bancos e assets.
“Foi um horror”, diz o sócio de uma importante gestora localizada na Faria Lima ao se referir ao julgamento do STF. Para ele, é difícil esperar algum resultado construtivo para o país. Do ponto de vista de mercado, porém, ele avalia que o investidor estrangeiro parece bastante alheio às discussões mais profundas, dado o nível de complexidade do tema, ao mesmo tempo em que a percepção de piora do risco institucional do Brasil, por ora, parece limitada.
Os reflexos eleitorais, no entanto, apontam para o aumento da probabilidade de vitória da oposição, como têm mostrado algumas pesquisas de intenção de voto mais recentes, à medida que a imagem do governo é bastante associada à figura de Alexandre de Moraes.
“Na margem, eu acho que isso dá alguns pontos para o Flávio. Mas, no fim das contas, não acho que é isso que vai resolver a eleição. Os últimos 15 dias antes do pleito são mais importantes e, na eleição passada, eventos negativos para o ex-presidente Jair Bolsonaro, como os episódios do Roberto Jefferson e da Carla Zambelli, parecem ter custado votos determinantes do centro político, que é quem deve decidir a eleição novamente”, afirma.
O profissional de outra importante asset avalia que, no mercado, o consenso formado é o de que, enquanto o STF seguir nas manchetes, pior será para a campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Por meio de “trackings” e sondagens contratados por essa asset, há uma visão de que a crise no Judiciário pode, de fato, ter algum peso na intenção de voto de alguns eleitores, “mas o custo de vista tem impactado mais, ao se observar os microdados”. 
O efeito limitado da crise no STF em intenções de voto, porém, é visto com ressalvas por um gestor carioca, que também se mostrou atento ao julgamento nesta terça-feira. “Estamos falando de uma eleição muito apertada, então, mesmo que esse caos afete poucos votos, poucos votos fazem muita diferença”, diz o profissional, para quem as eleições só devem fazer preço de forma mais acentuada nos ativos brasileiros em caso de vitória da oposição.
“Mesmo se o governo vencer, algum tipo de ajuste, nem que seja meramente cosmético, deverá acontecer. Pelo menos é essa a minha torcida”, afirma.</full></description><image hash="63e9d09c3540bb19a452893d54a2b52d4cad7984">https://content.scripts.farolsign.com.br/uploads/feed/2703b5084e853658f3901fa96ae91416.jpg</image></item><item><pubDate>2026-09-15T19:39:30-0300</pubDate><title>Data centers avançam no Nordeste, mas trazem desafios para a região</title><description><truncate>Esq p dir: Machidovel Trigueiro; Adryane Goraieb e Wellysson Costa
Thiago Lemos/ O Globo
O avanço de grandes data centers no Nordeste vem acompanhado de investimentos em tecnologia que impactam a economia da região e contribuem para a implantação de um novo ecossistema...</truncate><full>Esq p dir: Machidovel Trigueiro; Adryane Goraieb e Wellysson Costa
Thiago Lemos/ O Globo
O avanço de grandes data centers no Nordeste vem acompanhado de investimentos em tecnologia que impactam a economia da região e contribuem para a implantação de um novo ecossistema digital. No entanto, a chegada dessas infraestruturas também traz desafios, tanto do ponto de vista da sustentabilidade ambiental quanto nos aspectos sociais e territoriais. Esse foi o eixo central das discussões do painel "Tecnologia, empregos e desenvolvimento regional no entorno de data centers” realizado nesta terça-feira (15), em Fortaleza.

A mesa de discussões fez parte do evento "Nordeste como hub digital do futuro”, que integra o projeto Transição Energética, promovido pelos jornais O Globo e Valor Econômico.

Um dos maiores símbolos dessa nova onda de investimentos é o centro de dados da Omnia Data Centers em Caucaia (CE) para a chinesa ByteDance, dona do TikTok. Segundo Wellysson Costa, diretor institucional da Omnia no Ceará, que participou do painel, a região conta com um conjunto de fatores favoráveis para o desenvolvimento desses empreendimentos, incluindo disponibilidade energética e um ambiente de alinhamento entre o poder público, instituições de ensino e o setor privado.

Ele também destacou a conectividade proporcionada pela chegada dos cabos submarinos e o ambiente da ZPE (Zona de Processamento de Exportação). Apesar disso, Costa reconhece desafios relacionados à mão de obra, por exemplo. "A disponibilidade de mão de obra hoje no Brasil é um problema, e claro que na região não seria diferente. Ainda assim a Omnia tem conseguido atingir resultados muito bons. Na primeira fase, que é a fase civil, conseguimos contratar 72% da mão de obra local cearense, que foi uma surpresa inclusive para nós. Nós achávamos que teria uma dificuldade ainda maior, mas conseguimos esse número extremamente representativo para a economia local", disse Costa.

Segundo ele, a empresa tem investido na qualificação da mão de obra local por meio de parcerias. "Começamos com as nossas turmas de qualificação em parceria com a Prefeitura de Caucaia e com o sistema S, sistema Senai. Nós já qualificamos mais de 100 cidadãos da cidade de Caucaia. Estamos agora com mais 350 vagas em aberto nesse processo e queremos atingir mais de 1.500 pessoas qualificadas", contou.

A geração de emprego é um benefício trazido pelos projetos, mas a população local também manifesta certos receios. Adryane Goraieb, professora associada do Departamento de Geografia da Universidade Federal do Ceará (UFC), esteve nos territórios afetados pelos empreendimentos e identificou que as principais apreensões dizem respeito ao caráter temporário dos postos de trabalho e ao fluxo de trabalhadores vindos de fora do Estado.

"As maiores ansiedades têm justamente relação não só com os impactos positivos, que basicamente vêm em empregos transitórios, mas também com os impactos negativos desses grandes empreendimentos e a vinda de trabalhadores de fora, resultando em poucas oportunidades para as pessoas em termos territoriais. Nosso objetivo é enriquecer o debate para pensar em benefícios diretos para quem está no território" disse.


Machidovel Trigueiro, vice-diretor da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Ceará (UFC), explicou que a tríade do novo mundo é formada por energia, conectividade e processamento de dados. Além disso, há um quarto elemento citado por Adriane: o território.

Trigueiro, que também é secretário de Inovação de Caucaia, cuja região receberá o data center da Omnia para a ByteDance, afirma que, além desse empreendimento, outros cinco projetos devem ser instalados na região, sendo dois ainda confidenciais.

"Eu sou uma pessoa totalmente a favor da vinda dos data centers, que fique claro isso. Eu não sou contra, mas eu acho que a gente tem que se organizar e se preparar para ter contrapartidas computacionais da vinda, senão a gente vai ser território de passagem para dados que são processados e exportados dentro de um fio que vai ligar a Praia do Futuro, 18 cabos e vai distribuir (dados) no mundo. Então, isso é uma briga que a gente tem, uma briga saudável. E a solução que eu encontrei, pelo menos para Caucaia, é um parque tecnológico, que é um cluster tecnológico, um ecossistema tecnológico que vai abrigar todo esse futuro," afirmou.

Outro ponto debatido no evento foi a questão da sustentabilidade e do consumo de água. Adriane ressaltou que a discussão sobre sustentabilidade precisa ir além da infraestrutura energética. "O desenvolvimento sustentável é essencial na perspectiva das mudanças climáticas e da transição energética, mas é importantíssimo pensarmos na justiça social. É através da aplicação da justiça social que de fato teremos uma democratização mais real em termos territoriais desses benefícios," disse a professora.

Segundo Costa, a Omnia atua dentro de uma base sustentável, ou seja, que atua dentro de um ambiente no qual há o fornecimento de energia renovável e uso eficiente dos recursos. Ele explicou ainda que há o uso de um sistema de geração que a condensação é a ar, que reduz o conusumo de água. "O consumo de água do nosso projeto é mínimo".

Além das questões ambientais, Trigueiro alertou que a consolidação desses investimentos no país esbarra na falta de articulação entre os órgãos reguladores federais. "Nós temos três agências reguladoras e aí voltando para tríade: energia, conectividade e dados. Nós temos uma agência que regula a energia, que não se comunica com a Anatel — que regula a conectividade —, que por sua vez não sabe nem o que está vindo aqui numa nova agência chamada ANPD, que é [de proteção de] dados. Então, esses caras eles não se comunicam. Enquanto a gente tiver nessa guerrinha, a gente não vai dar segurança jurídica às empresas".
15/09/2026 18:59:38</full></description><image hash="ff41dce1a7412852640a17797233b6639a98b985">https://content.scripts.farolsign.com.br/uploads/feed/d9e3a612ccea6174ecb86cccb8f18dd3.jpg</image></item><item><pubDate>2026-09-15T19:34:21-0300</pubDate><title>Energia limpa coloca Nordeste na rota dos grandes data centers</title><description><truncate>Painel “Energia limpa como base da infraestrutura digital', com o ministro das Comunicações, Siqueira Filho, e Camylla Melo, da Fiec (à esq.) A mediação foi da jornalista Glauce Cavalcanti
Tiago Lemos / O Globo
Em um contexto de transição energética e economia digital, a...</truncate><full>Painel “Energia limpa como base da infraestrutura digital', com o ministro das Comunicações, Siqueira Filho, e Camylla Melo, da Fiec (à esq.) A mediação foi da jornalista Glauce Cavalcanti
Tiago Lemos / O Globo
Em um contexto de transição energética e economia digital, a matriz energética majoritariamente limpa do Brasil coloca o país, em especial o Nordeste, em vantagem competitiva na atração de investimentos em data centers. Para autoridades e representantes da indústria reunidos no evento "O Nordeste como hub digital do futuro”, em Fortaleza, o cenário favorece a construção de um polo de centros de dados na região para prestação de serviços não apenas em território brasileiro, mas também para a América Latina e o Sul Global. 

O evento faz parte do projeto Transição Energética, promovido pelo Globo e pelo Valor Econômico.

O ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, que participou da primeira mesa do debate, “Energia limpa como base da infraestrutura digital", afirmou que o investidor procura energia, conectividade, segurança jurídica e tráfego internacional. E frisou que incentivos tributários também são essenciais para a atração de investimentos. A mesa foi mediada pela repórter Glauce Cavalcanti, do Globo.

Nesta terça-feira (15), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou o Redata, programa que reduz impostos para empresas interessadas em instalar ou ampliar data centers no Brasil. Tributos cobrados na compra ou importação de equipamentos de tecnologia serão reduzidos a zero. O custo estimado para os cofres públicos é de R$ 7,5 bilhões em três anos.

A iniciativa prevê ainda que, em troca dos benefícios, as empresas terão de atender a algumas condições, entre elas a de que a energia consumida pelos projetos venha de fontes renováveis ou de baixa emissão. "Esse é um projeto construído com o setor produtivo. Era uma barreira de entrada essa questão dos custos de importação de equipamentos. O que queremos também é ampliar a indústria nacional com incentivos adicionais para que ela também possa melhorar e fazer suas inovações, para que possamos competir de igual para igual [com competidores internacionais]", afirmou Siqueira Filho.

Além, do Redata, há recursos do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust) que também podem ser usados na expansão de data centers. Dos R$ 3,5 bilhões em operações de crédito, via BNDES, que foram para os operadores de internet, R$ 474 milhões foram direcionados para o Ceará.  O Funttel, voltado ao desenvolvimento da indústria de telecomunicações, é outra fonte de recursos. Ele destina cerca de R$ 1 bilhão por ano para qualificar e modernizar o setor, com o objetivo de desenvolver o mercado de data centers.

Ao analisar o papel das fontes renováveis na atração de investimentos tecnológicos, Camylla Melo, especialista do núcleo de energia da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec), que também participou do evento, apontou que a oferta de energia limpa é o fator central para viabilizar os novos empreendimentos no estado. "O maior custo que temos hoje no data center é a energia. Então, a gente incentivar que essa energia utilizada seja renovável vai no caminho da transição energética como um todo. O Ceará tem energia eólica, solar, abundante", afirmou.

Para a especialista, a combinação entre a matriz limpa e a infraestrutura de telecomunicações cria as condições ideais para a região se destacar: "A gente faz um casamento perfeito aqui quando a gente pensa em energia em abundância,  conectividade com os cabos [submarinos] que chegam à Praia do Futuro, quando a gente pensa no porto."

Há o desafio, porém, de manter um fornecimento estável de energia para os data centers. O ministro explicou que, embora a prioridade seja a matriz energética renovável, o suprimento de renováveis precisa ser integrado a outras fontes que não são intermitentes, como a biomassa e a hidrelétrica. Há ainda a previsão de uso de baterias para armazenar energia. O primeiro leilão de bateria está previsto para o fim deste ano.

"O governo está preocupado com a estabilidade energética do país. Por isso, teremos um leilão no fim do ano para baterias. Já existe tecnologia para isso", disse Siqueira Filho.

Se a abundância energética e os incentivos do Redata equacionam o lado de matérias-primas e o financeiro, a operação dos complexos de data centers esbarra no gargalo da formação profissional. Melo, da Fiec, lembra que o data center cria um grande volume de empregos durante a fase de construção e instalação, mas a fase operacional exige um contingente reduzido e de altíssima especialização.

"Há necessidade de uma mão de obra muito qualificada, muito especializada. Então, precisamos dar oportunidade aos profissionais para que tenhamos mão de obra firme aqui no Brasil, para que não precisemos que importar profissionais", afirmou.

De acordo com Siqueira Filho, o Plano Nacional de Inclusão Digital inclui iniciativas de capacitação para a camada de menor renda da população. Em paralelo, há conversas com o Ministério da Educação e com as universidades, para que cursos profissionalizantes sejam oferecidos na área de data centers e tecnologia da informação.</full></description><image hash="96471be9f32f4c0370ef74e9bf2da67f78a8b0df">https://content.scripts.farolsign.com.br/uploads/feed/05a4b5fa3856d59827df8c36960ce1a5.png</image></item><item><pubDate>2026-09-15T19:31:49-0300</pubDate><title>Comissão de Direitos Humanos do Senado encaminha debate para reforma do Judiciário</title><description><truncate>Após a suspensão do julgamento sobre a investigação do ministro Alexandre de Moraes no Supremo Tribunal Federal (STF), a Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado aprovou o encaminhamento de uma indicação à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa para a criação de...</truncate><full>Após a suspensão do julgamento sobre a investigação do ministro Alexandre de Moraes no Supremo Tribunal Federal (STF), a Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado aprovou o encaminhamento de uma indicação à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa para a criação de um grupo de trabalho destinado a elaborar uma proposta de reforma do Poder Judiciário.

A intenção é reunir propostas de emenda à Constituição (PECs) e projetos de lei sobre mudanças no Judiciário que já tramitam no Congresso e consolidá-los em um único texto. A proposta é que o grupo tenha prazo de até 60 dias para apresentar o texto.
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Depois, a matéria seria submetida à análise da CCJ e, posteriormente, poderia seguir para o plenário do Senado. O objetivo manifestado durante a reunião é concluir a discussão de uma proposta de reforma do Judiciário ainda nesta legislatura.

O encaminhamento foi apresentado durante audiência pública da CDH convocada para discutir os desdobramentos institucionais de sessão do Supremo Tribunal Federal (STF).

Parlamentares de oposição alegaram “omissão” do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), por não pautar pedidos de impeachment de ministros do supremo, especialmente do ministro Alexandre de Moraes. 

Conselho de ética
Segundo a senadora Damares Alves (Republicanos-DF), que preside a CDH, uma das propostas em tramitação traz a criação de um conselho de ética interno do Supremo para avaliar a conduta de ministros. 

“Não temos o Conselho Nacional de Justiça, que analisa atitudes e ações dos juízes e desembargadores? Por que nós não podemos ter um conselho para o Supremo? É uma ideia do Fachin, inclusive. Eu tenho uma PEC nessa direção. Então teremos uma autorregulação entre eles, que eles podem criar, mas nós podemos também questionar as decisões monocráticas, nós podemos questionar o número de anos [dos mandatos] na Suprema Corte, nós podemos questionar, por exemplo, a indicação desses ministros. Por que não existe uma proposta de que o Senado indique um, a Câmara indique outro?”, declarou a senadora. 
Lembrando que os ministros são indicados ao STF pelo presidente da República e só assumem o cargo após aprovação do Senado.

De acordo com ela, há inúmeras propostas de reforma do Judiciário em tramitação. “Vamos buscar todas que já foram apresentadas, vamos fazer um pacote e reformar a Suprema Corte. Mas o norte vai ser: não são intocáveis e não são semideuses”, completou.


Felipe Sampaio/SCO/STF</full></description><image hash="231d87a01a42d78fd9954997f9a421fadd5d4da5">https://content.scripts.farolsign.com.br/uploads/feed/a325b02882ac1e867a56b26539c9f4ef.jpg</image></item><item><pubDate>2026-09-15T19:26:13-0300</pubDate><title>Gilmar interrompe Mendonça e fala em 'desfaçatez' do ministro, que grita de volta e pede respeito; assista</title><description><truncate>Os ministros do STF Gilmar Mendes e André Mendonça protagonizaram um embate aos gritos que levou o ministro Flávio Dino a pedir vista do julgamento sobre o relatório da PF que expôs a relação entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. O embate foi o...</truncate><full>Os ministros do STF Gilmar Mendes e André Mendonça protagonizaram um embate aos gritos que levou o ministro Flávio Dino a pedir vista do julgamento sobre o relatório da PF que expôs a relação entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. O embate foi o momento de maior tensão do julgamento que começou pela manhã e ainda não foi encerrado, e expôs um racha sem precedentes no tribunal.
Ministro mais antigo em atuação na corte, Gilmar Mendes interrompeu Mendonça quando este comentava as menções envolvendo o Procurador-Geral da República, Paulo Gonet, encontradas no celular de Vorcaro. Mendonça discorreu sobre o assunto após o próprio Gonet se manifestar e agradecer Mendonça por ter dito que não havia nada de ilícito nas menções ao procurador-geral. Gilmar, então, disse ser "impressionante" a "desfaçatez" de Mendonça. 
Vídeo: Gilmar e Mendonça batem boca

Ministros discutem sobre suspeitas contra Gonet
"Uma pessoa da estatura do Paulo Gonet sofrer esse tipo de ilação. Isto sim é leviandade, um sujeito investido de um sentimento policialesco junto com seus delegados", disse Gilmar, que foi logo interrompido por Mendonça.
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"Senhor presidente, eu estou com a palavra", disse Mendonça, dirigindo-se a Edson Fachin. "É impressionante. É impressionante a desfaçatez deste sujeito", seguiu Gilmar esbravejando no microfone ao que foi seguido por um grito de Mendonça: "Vossa Excelência me respeite! Isso aqui não é picadeiro", ao que Gilmar retrucou: "Pode chorar". "Não estou chorando, não. Aqui não tem choro, não. Me respeite", seguiu Mendonça, que foi logo interrompido por uma manifestação de Flávio Dino, que cobrou atuação do presidente do STF para evitar que o embate seguisse, e acabou pedindo vista do julgamento.

Apesar da provocação de Gilmar, Mendonça não chorou em nenhum momento, mas estava visivelmente incomodado com as críticas dos ministros à sua atuação ao pedir a elaboração do relatório da PF que expôs menções a Moraes, Gonet e ao diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues. Durante as falas de outros colegas era comum ele balançar a cabeça negando as afirmações e, por várias vezes, o ministro pediu aparte para esclarecer detalhes de seu pedido para apurar as menções a autoridades com foro privilegiado no celular de Vorcaro.

Já o ministro Gilmar Mendes passou parte do julgamento olhando o celular e, após gritar com Mendonça, voltou a digitar no aparelho sem manifestar nenhum tipo de incômodo. André Mendonça ainda se dirigiu a Dino, que fica sentado ao seu lado no plenário, e reclamou que havia sido "agredido" enquanto o colega pedia vista.

Mais cedo, durante a parte da manhã, Mendonça acusou Gilmar de ser leviano e rebateu as acusações dele de que teria atuado com "viés político-eleitoral" ao solicitar a elaboração do relatório da Polícia Federal.</full></description><image hash="bad1bcbfdace25209e33c098a8c5fabfedfa83c9">https://content.scripts.farolsign.com.br/uploads/feed/ddbd1cd9bc89c3e2521a5569122a227b.jpg</image></item><item><pubDate>2026-09-15T19:09:47-0300</pubDate><title>Fachin encerra sessão do STF, que tem 4x3 para votar caso de Moraes separadamente; veja como foi</title><description><truncate>Fachin encerra sessão do STF, que tem 4x3 para votar caso de Moraes separadamente; veja como foi Pedido de vista do ministro Flávio Dino suspendeu a análise; ele tem até 90 dias para devolver o caso para julgamento O que é pedido de vista, feito por Dino no julgamento. Veja um...</truncate><full>Fachin encerra sessão do STF, que tem 4x3 para votar caso de Moraes separadamente; veja como foi Pedido de vista do ministro Flávio Dino suspendeu a análise; ele tem até 90 dias para devolver o caso para julgamento O que é pedido de vista, feito por Dino no julgamento. Veja um resumo da sessão desta terça-feira</full></description><image hash="c27007bd7defb6f799a35519f264aa667f0a266c">https://content.scripts.farolsign.com.br/uploads/feed/9a07ec357624c60af1b2055e1cc2edf3.jpg</image></item><item><pubDate>2026-09-15T19:00:18-0300</pubDate><title>Chargeback ganha papel estratégico contra fraudes online</title><description><truncate>O avanço das fraudes digitais, a pressão sobre as margens e o aumento das exigências regulatórias estão mudando o papel do chargeback no mercado brasileiro de pagamentos. Tradicionalmente tratado como uma despesa decorrente de transações contestadas, o estorno começa a ganhar...</truncate><full>O avanço das fraudes digitais, a pressão sobre as margens e o aumento das exigências regulatórias estão mudando o papel do chargeback no mercado brasileiro de pagamentos. Tradicionalmente tratado como uma despesa decorrente de transações contestadas, o estorno começa a ganhar espaço nas estruturas de gestão de riscos, governança e eficiência operacional.
A avaliação é de Sergio Antonio Coelho, sócio e diretor de TI da Kstack, que acompanha o mercado de pagamentos sob perspectivas técnica, operacional, financeira e estratégica. Para o executivo, o principal desafio das empresas não está apenas em processar as contestações, mas em transformar os dados produzidos por elas em informações capazes de orientar decisões e evitar novas perdas.
"Chargeback sempre foi considerado como custo, uma despesa decorrente da perda de uma receita, além dos custos inerentes à operação, como bandeiras, equipe, infraestrutura e soluções. Mas todos os participantes do ecossistema trabalham hoje com margens estreitas, pressionadas pela concorrência, pela regulamentação e por lacunas de gestão que afetam a eficiência operacional", afirma.
A discussão ocorre em um mercado no qual as fraudes digitais ganham escala. Estudo conjunto da Koin e Gmattos estima que as fraudes no comércio eletrônico brasileiro podem superar R$ 8,1 bilhões em 2026, aumentando a pressão sobre lojistas, marketplaces, adquirentes, subadquirentes e instituições financeiras.
Para Coelho, o impacto não se limita ao valor financeiro das perdas. Fraudes e falhas no tratamento de contestações também podem afetar reputação, relacionamento com consumidores e confiança no ecossistema.
Estorno como fonte de inteligência
Na visão do executivo, o chargeback precisa deixar de ser encarado como o ponto final de uma transação problemática. Os dados gerados pelas contestações podem revelar padrões de comportamento, recorrência, falhas operacionais e sinais de risco.
"O valor do chargeback não está somente em resolver o que deu errado. Está em entender por que aconteceu, qual foi o impacto e o que pode ser feito para evitar que aconteça novamente", diz.
De acordo com Coelho, essa mudança desloca o foco da reação para a prevenção. Uma elevação nas contestações pode indicar problemas em determinado canal, produto, estabelecimento ou comportamento de consumo. Sem uma estrutura capaz de organizar essas informações, os sinais podem ser percebidos apenas depois que a perda já ocorreu.
"O caminho para uma boa gestão de chargeback passa por uma solução estruturada, com camadas funcionais distintas e capaz de atender todas as etapas do processo. Ainda existe muito improviso ou soluções direcionadas a uma única situação. Mais cedo ou mais tarde, isso impacta o crescimento da operação e do próprio negócio", ressalta o executivo.
Regulação aumenta pressão
A mudança também ocorre em paralelo ao avanço da agenda regulatória do Banco Central. A Resolução BCB nº 522 estabelece requisitos para o gerenciamento contínuo e integrado de riscos nos arranjos de pagamento e prevê mecanismos de gestão e mitigação dos riscos relacionados ao chargeback.
Para Coelho, o movimento eleva a responsabilidade dos participantes do mercado e aproxima o tratamento de estornos de temas como compliance e governança.
"A barra subiu. Quem quiser permanecer nesse mercado terá de se esforçar ainda mais, porque a lupa dos reguladores e do próprio governo está sobre o segmento", menciona, considerando que chargeback, prevenção a fraudes, monitoramento de transações e gestão de riscos tendem a compartilhar cada vez mais dados e processos.
O desafio está nas exceções
Coelho chama atenção ainda para uma característica estrutural dos pagamentos digitais. Grande parte das infraestruturas é desenhada para o chamado "caminho feliz", quando a transação ocorre exatamente como planejado. A complexidade aparece quando alguma etapa precisa ser contestada, interrompida ou desfeita.
"O mercado desenvolveu processos muito eficientes para fazer a transação acontecer. O desafio aparece quando algo dá errado e precisa ser desfeito. É nesse momento que uma operação que parecia simples pode se tornar trabalhosa, cara e pouco eficiente", assinala.
A tendência, segundo ele, é que a capacidade de administrar essas exceções passe a ser considerada parte da própria estratégia de risco das empresas.
Com a expansão dos pagamentos digitais, Coelho avalia que o chargeback tende a ocupar uma posição cada vez mais próxima das áreas de risco, tecnologia, finanças e estratégia.
A mudança de paradigma, segundo o executivo, é simples de resumir: o estorno deixa de ser apenas aquilo que a empresa perde e passa a ser também uma informação sobre aquilo que ela precisa compreender, corrigir e prevenir.</full></description><image hash="7210d0e291426e87dbf1535b079fd2c4a768d393">https://content.scripts.farolsign.com.br/uploads/feed/bce8d5395d3340531f0a8b9e3e8ce2f8.png-20260915190001</image></item><item><pubDate>2026-09-15T18:53:47-0300</pubDate><title>Quem está na frente para governador no DF? Veja resultado das últimas pesquisas</title><description><truncate>Celina Leão, candidata do Progressistas (PP) que concorre ao governo do Distrito Federal (DF), lidera os levantamentos de primeiro turno feitos pela Quaest e Datafolha nos primeiros 15 dias de setembro. Em ambas as pesquisas, Arruda, do PSD, aparece em segundo.
O nome do PP...</truncate><full>Celina Leão, candidata do Progressistas (PP) que concorre ao governo do Distrito Federal (DF), lidera os levantamentos de primeiro turno feitos pela Quaest e Datafolha nos primeiros 15 dias de setembro. Em ambas as pesquisas, Arruda, do PSD, aparece em segundo.
O nome do PP atua como vice-governadora da unidade federativa. Ela integrou a chapa de Ibaneis Rocha nas eleições gerais de 2022.  
Arruda, por outro lado, já atuou como senador na década de 1990 e como deputado federal no começo dos anos 2000. O candidato do PSD teve a candidatura negada pelo Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF) pela Lei da Ficha Limpa, mas não indicou substituto e resolveu manter a candidatura. 
Os levantamentos avaliam as intenções de voto no primeiro e no segundo turno, além da taxa de rejeição dos candidatos.
Veja o resultado dos principais levantamentos: 
Datafolha, 11 de setembro 
Na pesquisa da Datafolha, a candidata do PP, Celina Leão, lidera com 40% das intenções de votos, um aumento de 10 pontos percentuais em relação ao levantamento de agosto. Em segundo, Arruda (PSD) soma 17% e registra uma queda de 11 pontos percentuais desde a última pesquisa. 
Veja abaixo a lista completa da pesquisa estimulada no último levantamento para o primeiro turno: 
Celina Leão (PP) - 40% 
Arruda (PSD) - 17% 
Leandro Grass (PT) - 16% 
Paula Belmonte (PSDB) - 6% 
Cappelli (PSB) - 3% 
Kiko Caputo (NOVO) - 3% 
Professor Robson (PSTU) - 2% 
Professora Samara Mineiro (UP) - 1% 
Rico Pinheiro (PRTB) - 0% 
Expedito Mendonça (PCO) - 0% 
Elisson (AGIR) - 0% 
Indecisos – 3% 
Branco/Nulo/Nenhum – 8% 
No cenário de um eventual segundo turno entre Leão e Arruda, Leão lidera com 51%, enquanto Arruda soma 34%. Indecisos são 2% e o voto branco, nulo ou em nenhum são 13%. 
Já em um segundo pleito entre Leão e Grass, a candidata do PP também é eleita, com 56% dos votos, enquanto Grass soma 30%. Os indecisos são 3% e o voto branco, nulo ou em nenhum dos dois são 12%.  
Entre os candidatos apresentados aos entrevistados, o político do PSD é o que apresenta mais rejeição entre os eleitores, com 33%.
A pesquisa mais recente da Datafolha foi divulgada na última sexta-feira (11). O levantamento ouviu 910 pessoas entre os dias 8 e 10 de setembro. A margem de erro é de 3 pontos percentuais e o registro no TSE é DF-06055/2026. A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal Folha de S. Paulo e custou R$ 100,8 mil. 
Quaest, 8 de setembro 
Na Quaest, Celina Leão (PP) também lidera as intenções de votos, com 35%, um aumento de 1% em relação ao levantamento realizado em 24 de agosto. Atrás dela, Arruda (PSD) e Leandro Grass (PT) estão tecnicamente empatados com 18% e 17%, respectivamente. 
Confira a lista completa da pesquisa estimulada no último levantamento para o primeiro turno: 
Celina Leão (PP) - 35% 
Arruda (PSD) - 18% 
Leandro Grass (PT) - 17% 
Paula Belmonte (PSDB) - 4% 
Cappelli (PSB) - 2% 
Kiko Caputo (NOVO) - 1% 
Professora Samara Mineiro (UP) - 1% 
Rico Pinheiro (PRTB) - 0% 
Professor Robson (PSTU) - 0% 
Expedito Mendonça (PCO) - 0% 
Elisson (AGIR) - 0% 
Indecisos – 15% 
Branco/Nulo/Não vai votar – 7% 
No cenário de um eventual segundo turno entre Leão e Arruda, a candidata do PP aparece em primeiro, com 47%, enquanto o político do PSD soma 30%. Indecisos são 7% e o voto branco, nulo ou de quem não irá votar são 16%. 
Já em um segundo pleito entre Leão e Grass, Celina Leão continua liderando, com 52% dos votos, enquanto o petista soma 29%. Os indecisos são 6% e o voto branco, nulo ou de quem não irá votar são 13%.  
Entre os candidatos na Quaest, Arruda é o que apresenta mais rejeição entre os eleitores, com 56%. Por outro lado, Leão é o nome com mais potencial de votos, com 54%, isto é, que o conhecem e votarão nela. 
A pesquisa mais recente da Quaest foi divulgada no dia 8 de setembro. O levantamento ouviu 1.104 pessoas entre os dias 4 e 7 de setembro. A margem de erro é de 3 pontos percentuais e o registro no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) é DF-01987/2026. A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e custou R$ 128 mil. 
*Estagiária sob supervisão de Diogo Max</full></description><image hash="cd60fab602a8960a44e380443d24fa4419382bc4">https://content.scripts.farolsign.com.br/uploads/feed/8172844b4db5e4c2d185550adb385f20.png</image></item><item><pubDate>2026-09-15T18:53:28-0300</pubDate><title>'Supremo provocou mal-estar cívico', diz Cármen Lúcia ao votar para manter julgamento de Moraes</title><description><truncate>A ministra Cármen Lúcia votou nesta terça-feira (15) para manter separados os julgamentos dos casos que envolvem, primeiro, as mensagens enviadas pelo ex-banqueiro do Master, Daniel Vorcaro, ao ministro Alexandre de Moraes, e, segundo, o pedido apresentado contra André...</truncate><full>A ministra Cármen Lúcia votou nesta terça-feira (15) para manter separados os julgamentos dos casos que envolvem, primeiro, as mensagens enviadas pelo ex-banqueiro do Master, Daniel Vorcaro, ao ministro Alexandre de Moraes, e, segundo, o pedido apresentado contra André Mendonça por supostas irregularidades na condução do caso.
“Eu estou triste. Não apenas pelo tema que nos traz aqui, mas porque este Supremo provocou um mal-estar cívico em todos os cidadãos e cidadãs brasileiros. Me sinto até envergonhada de, 20 dias antes das eleições, estarem todos voltados a questões do Supremo”, disse ela ao começar a votar.
Cármen acompanhou o presidente da Corte, Edson Fachin, que votou para manter a análise do caso de Moraes para a sessão desta terça (15), e o caso de Mendonça na sessão prevista para 23 de setembro. Os ministros André Mendonça e Luiz Fux também acompanharam o voto de Fachin.
Pedido de vista, bate-bocas entre ministros e trocas de acusação: como foi a sessão do STF para julgar Moraes
Já os ministros Alexandre de Moraes e Cristiano Zanin acompanharam a posição do ministro Gilmar Mendes, que apresentou uma questão de ordem para analisar conjuntamente os casos em sessão de 23 de setembro, o que adiaria a análise dos procedimentos. Os ministros discutiram apenas esse ponto, sem entrar no mérito do relatório que revelou as mensagens de Vorcaro a Moraes.
No entanto, após um bate-boca entre Gilmar e Mendonça, Dino pediu vista e suspendeu o julgamento. O ministro interveio e disse que pediria a suspensão porque a discussão ocorria em “termos que degradam a imagem do tribunal”.
Em uma sessão conturbada, em que todos quiseram falar, a ministra Cármen Lúcia foi a única a não fazer intervenções. Ela só se posicionou quando chegou sua vez de votar em uma questão de ordem proposta por Gilmar Mendes. A ministra afirmou que a sensação sobre caso em análise é de “consternação e tristeza”.
Ao votar, Cármen disse que não tem o costume de antecipar votos quando há pedido de vista, no entanto, disse que o faria e apresentou seu voto acompanhando Fachin. A ministra afirmou que costuma ser deferente ao relator e que a pauta é do presidente da Corte e, portanto, não poderia alegar o adiamento da análise do caso.
A magistrada destacou, no entanto, que há um parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR) argumentando a nulidade do relatório com as mensagens de Vorcaro a Moraes e que é preciso resolver a questão.
A ministra Cármen Lúcia disse se sentir envergonhada pela situação em que o STF se encontra e pediu desculpas aos brasileiros. 
"Eu, como juíza desta Casa, deveria ter me conduzido com postura diferente para ajudar mais para evitar isso. Estou pedindo desculpas", ela disse.
Com o pedido de vista de Dino, a análise será interrompida e haverá adiamento de uma conclusão. Antes de pedir vista, Dino havia votado para acompanhar Gilmar, no entanto, ao pedir vista, a sua posição foi retirada. De acordo com o Regimento Interno do STF, o ministro tem até 90 dias para devolver o caso para julgamento. Quando o caso for novamente pautado pelo presidente da Corte, deverá começar pela apresentação do seu voto. Por enquanto, oficialmente, o placar está em quatro votos a três para analisar os casos de Moraes e Mendonça separadamente.</full></description><image hash="883bfb2c3b5d605d9f8511fc8c819412dc818ec4">https://content.scripts.farolsign.com.br/uploads/feed/e7abbf3ef2fe10ae629ecd8d82dacfe3.jpg</image></item><item><pubDate>2026-09-15T18:44:46-0300</pubDate><title>Quem está na frente para senador no DF? Veja resultados das últimas pesquisas</title><description><truncate>A ex-primeira-dama e candidata ao Senado Federal pelo PL, Michelle Bolsonaro, lidera as pesquisas eleitorais para representar o Distrito Federal na Casa Legislativa. Nos dois principais levantamentos – Quaest e Datafolha –, os nomes com mais intenções de votos depois de...</truncate><full>A ex-primeira-dama e candidata ao Senado Federal pelo PL, Michelle Bolsonaro, lidera as pesquisas eleitorais para representar o Distrito Federal na Casa Legislativa. Nos dois principais levantamentos – Quaest e Datafolha –, os nomes com mais intenções de votos depois de Michelle são Leila do Vôlei (PDT), Bia Kicis (PL) e Erika Kokay (PT). 
Nas eleições gerais deste ano, os brasileiros irão às urnas escolher dois candidatos ao Senado para representar sua unidade federativa. Isso ocorre porque o cargo de senador respeita um ciclo de oito anos de mandato, em que, de forma intercalada, é escolhido um terço na Casa e depois dois terços, como no caso de 2026. 
Nesse contexto, as pesquisas eleitorais calculam as intenções de votos para a primeira vaga, para a segunda vaga e na combinação delas. 
Veja abaixo o resultado das principais pesquisas: 
Datafolha, 11 de setembro 
Na Datafolha, Michelle Bolsonaro (PL) lidera com 21%, um aumento de dois pontos percentuais em comparação com o levantamento realizado em agosto. Depois dela, Leila do Vôlei (PDT) soma 18%, dois pontos percentuais em relação ao mês passado. 
Confira a lista completa da pesquisa estimulada com combinação de votos: 
Michelle Bolsonaro (PL) - 21% 
Leila do Vôlei (PDT) - 18% 
Bia Kicis (PL) - 15% 
Erika Kokay (PT) – 14% 
Sebastião Coelho (NOVO) - 2% 
Professor Guilherme Amorim (UP) - 2% 
Ronaldo Fonseca (PSD) - 2% 
Marley (AVANTE) - 1% 
Guto Felício dos Santos (PSDB) - 1% 
Avenir Rosa (DEMOCRATA) - 1% 
Tiago (AGIR) - 1% 
David Horn (PCO) - 1% 
Zanata (PSTU) - 0% 
Indecisos – 9% 
Branco/Nulo/Nenhum – 11% 
Para as intenções de voto na primeira vaga, a ex-primeira-dama aparece em primeiro, com 34%. Seguida de Leila do Vôlei (18%), Kokay (17%) e Kicis (8%). Os indecisos somam 6%, enquanto o voto branco ou nulo ou em nenhum dos candidatos supracitados são 9%. 
Já para a segunda vaga, Kicis assume a liderança, com 21%. Seguida da candidata do PDT (19%), Kokay (11%) e Michelle (9%). Os indecisos são 12% e aqueles que irão votar em branco, nulo ou em nenhum são 14%. 
A pesquisa mais recente da Datafolha foi divulgada na última sexta-feira (11). O levantamento ouviu 910 pessoas entre os dias 8 e 10 de setembro. A margem de erro é de 3 pontos percentuais e o registro no TSE é DF-06055/2026. A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal Folha de S. Paulo e custou R$ 100,8 mil. 
Quaest, 8 de setembro 
No levantamento da Quaest, a esposa do ex-presidente Jair Bolsonaro também lidera as intenções de voto para representar o Distrito Federal no Senado Federal. Com 26% dos votos, Michelle Bolsonaro aumentou um ponto percentual em comparação com a pesquisa do dia 24 de agosto. 
Depois dela, vêm Leila do Vôlei (PDT), com 17%, o mesmo resultado no levantamento de agosto, e Erika Kokay (PT), com 13%, um ponto percentual a mais que no oitavo mês do ano. 
Veja abaixo a lista completa da pesquisa estimulada com combinação de votos: 
Michelle Bolsonaro (PL) - 26% 
Leila do Vôlei (PDT) - 17% 
Erika Kokay (PT) – 13% 
Bia Kicis (PL) - 11% 
Sebastião Coelho (NOVO) - 2% 
Professor Guilherme Amorim (UP) - 1% 
Ronaldo Fonseca (PSD) - 1% 
Marley (AVANTE) - 0% 
Guto Felício dos Santos (PSDB) - 0% 
Avenir Rosa (DEMOCRATA) - 0% 
Tiago (AGIR) - 0% 
Zanata (PSTU) - 0% 
David Horn (PCO) - 0% 
Indecisos – 16% 
Branco/Nulo/Não vai votar – 13% 
Para as intenções de voto na primeira vaga, Michelle lidera, com 39%. Após ela vêm Kokay (18%), Leila do Vôlei (15%) e Kicis (5%). Indecisos somam 10%, enquanto o voto branco, nulo ou de quem não irá votar soma 15%. 
Já para a segunda vaga, a candidata do PDT assume a liderança, com 19%. Depois dela, os candidatos com mais intenções de voto são: Kicis (17%), Michelle (13%) e Kokay (8%). Os indecisos são 22% e aqueles que irão votar branco, nulo ou não irão votar são 15%. 
A pesquisa mais recente da Quaest foi divulgada no dia 8 de setembro. O levantamento ouviu 1.104 pessoas entre os dias 4 e 7 de setembro. A margem de erro é de 3 pontos percentuais e o registro no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) é DF-01987/2026. A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e custou R$ 128 mil. 
*Estagiária sob supervisão de Diogo Max</full></description><image hash="5874fd92ef6ebac246b188174750ff73ac5f1eb3">https://content.scripts.farolsign.com.br/uploads/feed/005251773bc43eda70420a5c6ea3fc8f.png</image></item></data>
