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<root><info><created_at>2026-06-16 13:03:32</created_at><endpoint>https://revistaferroviaria.com.br/category/revista-ferroviaria/</endpoint></info><feeds><item><title>BNDES amplia para 40 anos prazo de financiamento para infraestrutura ferroviária</title><description><full>O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou nesta quinta-feira, 12, uma nova linha de financiamento voltada ao setor ferroviário, ampliando para até 40 anos o prazo de pagamento dos recursos destinados a projetos de transporte e infraestrutura sobre trilhos, voltado especialmente para cargas. O lançamento foi realizado durante o evento Novos Caminhos sobre Trilhos: O Futuro das Ferrovias no Brasil, promovido na Arena B3, em São Paulo, com a presença do ministro dos Transportes, George Santoro.A iniciativa representa uma mudança significativa na política de financiamento do setor. Atualmente, os empréstimos do banco costumam ter prazos entre 20 e 25 anos. Com a nova modalidade, o período praticamente dobra, adequando-se melhor ao perfil dos investimentos ferroviários, caracterizados por altos volumes de capital e longos ciclos de maturação.Segundo Felipe Borim, superintendente de Infraestrutura do BNDES, a medida busca ampliar a capacidade de alavancagem dos projetos e melhorar suas condições de viabilidade econômica.“Estamos anunciando uma nova linha de crédito para ferrovias, estendendo o prazo de financiamento, que normalmente fica entre 20 e 25 anos, para até 40 anos. É uma iniciativa específica para o setor ferroviário e alinhada às necessidades desse tipo de investimento”, afirmou.Além da ampliação do prazo, a nova linha contará com mecanismos mais flexíveis de carência, ajustados ao cronograma de execução das obras. O modelo também incorpora ferramentas já utilizadas em concessões rodoviárias, como garantias flexíveis e sistemas de amortização customizáveis, permitindo uma estrutura financeira mais aderente à realidade de cada empreendimento.“Com isso, permitimos um maior nível de alavancagem, o que ajuda a viabilizar os investimentos. Também teremos mecanismos de carência adequados ao prazo de implantação dos projetos e instrumentos financeiros que já vêm sendo aplicados com sucesso em outros segmentos de infraestrutura”, acrescentou Borim.A medida reflete uma compreensão mais alinhada às particularidades do modal ferroviário. Diferentemente das concessões rodoviárias, que passam a gerar receita poucos meses após o leilão por meio da cobrança de pedágios, os projetos ferroviários exigem anos de construção antes de iniciarem sua operação comercial.Ao comentar a nova política de financiamento, o ministro George Santoro destacou justamente essa diferença estrutural entre os dois modais.</full><truncate>O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou nesta quinta-feira, 12, uma nova linha de financiamento voltada ao setor ferroviário, ampliando para até 40 anos o prazo de pagamento dos recursos destinados a...</truncate></description><image hash="3c9c9f9c5464b959a7540ae70ba015717b31b645">https://content.scripts.farolsign.com.br/uploads/feed/c7d62acb01a09e75ee13c4928a528728.png</image></item><item><title>Mulheres na ferrovia: sim, nós podemos!</title><description><full>Por Ana Caroline de Faria Eduardo Borges, diretora Administrativa e Financeira da CPTM</full><truncate>Por Ana Caroline de Faria Eduardo Borges, diretora Administrativa e Financeira da CPTM</truncate></description><image hash="ce830251b51a99e291a4bc167ac308fd95555894">https://content.scripts.farolsign.com.br/uploads/feed/3294746d6494ea104128875ae62684d3.png</image></item><item><title>Prêmio Revista Ferroviária 2026 – Confira os concorrentes e abertura da votação</title><description><full>Já está definida a lista das empresas concorrentes nas categorias do Prêmio Revista Ferroviária 2026. Ao todo, 25 categorias setoriais receberão os votos do Colégio Eleitoral, responsável pela escolha das organizações de destaque do mercado ferroviário brasileiro.</full><truncate>Já está definida a lista das empresas concorrentes nas categorias do Prêmio Revista Ferroviária 2026. Ao todo, 25 categorias setoriais receberão os votos do Colégio Eleitoral, responsável pela escolha das organizações de destaque do...</truncate></description><image hash="ad7f078237b8e30fcb64fed5e589f5d431cf8fcc">https://content.scripts.farolsign.com.br/uploads/feed/fd0f082b93f9e7895e6ac2805f717b80.png</image></item><item><title>Rumo e Olfar iniciam operação de terminal em Porangatu e ampliam conexão ferroviária do agro com o Porto de Santos</title><description><full>A Rumo, operadora ferroviária de cargas, e a Olfar, grupo industrial com atuação nos segmentos de biodiesel e processamento de soja, iniciaram os primeiros embarques em fase de comissionamento do novo terminal rodoferroviário de Porangatu (GO). A estrutura amplia a conexão logística do norte de Goiás e do sul do Tocantins com o corredor ferroviário que liga a região ao Porto de Santos (SP).</full><truncate>A Rumo, operadora ferroviária de cargas, e a Olfar, grupo industrial com atuação nos segmentos de biodiesel e processamento de soja, iniciaram os primeiros embarques em fase de comissionamento do novo terminal rodoferroviário de...</truncate></description><image hash="48ec3ea69cead8104ab5b1f688790004d5361981">https://content.scripts.farolsign.com.br/uploads/feed/553efb970f363a588822f6c28e5af4dd.png</image></item><item><title>Governo Federal prevê oito leilões ferroviários ainda em 2026</title><description><full>O ministro dos Transportes, George Santoro, apresentou nesta terça-feira, 9 de junho, um panorama dos projetos ferroviários em andamento no país, detalhando as perspectivas para novos leilões e os investimentos previstos para os próximos anos.Durante participação no programa Bom Dia, Ministro, Santoro destacou que a atuação do Governo Federal tem sido determinante para recuperar o protagonismo das ferrovias na matriz logística brasileira. Segundo ele, a retomada de obras paralisadas e a ampliação dos investimentos em infraestrutura contribuem para fortalecer a confiança no país e reduzir custos de transporte.“Quando o presidente retoma o governo, a gente retoma obras que estavam paradas há anos, sonhos antigos dos brasileiros. Hoje, as pessoas voltaram a sonhar com um Brasil grande, um Brasil que tenha logística eficiente, em que a carga não vai poder custar no transporte, por exemplo, do Mato Grosso para Santos, mais caro que de Santos para Xangai. A gente precisa acabar com isso”, afirmou.Entre as principais iniciativas previstas para o setor está a realização de oito leilões ferroviários ao longo de 2026. Os projetos abrangem trechos localizados nos estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, São Paulo, Bahia, Mato Grosso, Ceará e Pernambuco.As concessões fazem parte da estratégia federal para ampliar a participação do transporte ferroviário na movimentação de cargas. Atualmente, o modal responde por 17,7% da logística nacional, percentual que o Governo Federal pretende elevar para 34,6% até 2035, conforme as metas estabelecidas pelo Plano Nacional de Logística (PNL 2035).A expectativa é que os projetos mobilizem cerca de R$ 600 bilhões em investimentos ao longo dos próximos anos, combinando recursos públicos e privados para expandir e modernizar a malha ferroviária brasileira.“Fizemos a primeira política pública de concessões ferroviárias da história do Brasil. Melhoramos a regulação. Assumimos que o setor privado, sozinho, não é capaz de tocar uma carteira de ferrovias. A carteira de ferrovias do mundo inteiro foi desenvolvida com o governo entrando em ferrovia. Não existe ferrovia no mundo em que o governo não entrou”, declarou o ministro.Modelo de ferrovias inteligentesSantoro também destacou o avanço do modelo das chamadas “ferrovias inteligentes”, uma estratégia que busca acelerar a implantação de novos projetos por meio da simplificação de etapas burocráticas e da recuperação prévia de ativos ferroviários.Nesse formato, o poder público participa diretamente da reestruturação da infraestrutura existente, reduzindo o tempo necessário para a preparação dos empreendimentos e tornando os projetos mais atrativos para a iniciativa privada.Segundo o ministro, enquanto um processo convencional de concessão pode levar entre três e quatro anos para ser estruturado, o novo modelo permite concluir essa etapa em cerca de um ano.“O governo, em parceria, coloca dinheiro no projeto para recuperar o ativo ferroviário brasileiro. Ou seja, a gente vai colocar dinheiro para quem entrar no leilão e ganhar o leilão para ele recuperar o trecho. A gente faz isso de forma simplificada. Se eu fosse fazer um processo tradicional de concessão, iria levar três, quatro anos. Nessa modelagem, a gente conseguiu fazer o projeto em um ano”, explicou.Para viabilizar a iniciativa, o Ministério dos Transportes realizou um levantamento que identificou aproximadamente 25 mil quilômetros de trilhos sem utilização em todo o país. A partir desse mapeamento, foram estruturadas carteiras de ativos destinadas a futuros leilões.“A gente mapeou esses 25 mil quilômetros sem uso do país e fizemos vários projetos. Vamos soltando essas carteiras. Dando certo esse leilão, a gente vai soltar outros projetos em trechos menores. Pegamos trechos que hoje estão sem uso e colocamos a iniciativa privada”, afirmou.Transnordestina avançaOutro destaque apresentado por Santoro foi o andamento das obras da Ferrovia Transnordestina, considerada uma das principais iniciativas logísticas do país.</full><truncate>O ministro dos Transportes, George Santoro, apresentou nesta terça-feira, 9 de junho, um panorama dos projetos ferroviários em andamento no país, detalhando as perspectivas para novos leilões e os investimentos previstos para os próximos...</truncate></description><image hash="a0a3a0bc56d245bd148452ee33ce253f6012d2db">https://content.scripts.farolsign.com.br/uploads/feed/d3f8eb86379ba6aa9f372755b295e5c9.png</image></item><item><title>Clodoaldo Pelissioni, ex-secretário dos Transportes Metropolitanos de São Paulo, morre aos 56 anos</title><description><full>A Prefeitura de São Paulo informou, na manhã desta quarta-feira, 10 de junho, o falecimento do secretário municipal de Planejamento e Eficiência, Clodoaldo Pelissioni, aos 57 anos. A morte ocorreu na noite de terça-feira, dia 9.Formado em Administração Pública pela Fundação Getúlio Vargas (FGV-SP), Pelissioni acumulava mais de três décadas de atuação no setor público. Ao longo da carreira, especializou-se em áreas como gestão estratégica, administração pública, parcerias público-privadas e concessões, tornando-se uma das referências técnicas da gestão pública paulista.Sua trajetória incluiu passagens por importantes órgãos das esferas estadual e municipal. No Governo do Estado de São Paulo, ocupou cargos como diretor da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU), diretor administrativo-financeiro da Imprensa Oficial do Estado de São Paulo (Imesp), chefe de gabinete da Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social, superintendente do Departamento de Estradas de Rodagem (DER-SP), secretário de Logística e Transportes e secretário dos Transportes Metropolitanos.À frente dessas funções, participou da condução de projetos considerados estratégicos para a mobilidade urbana e para a infraestrutura paulista, consolidando uma carreira marcada pela atuação técnica e pela gestão de grandes empreendimentos públicos.Na administração municipal, assumiu em 2023 o cargo de secretário-adjunto de Governo. Dois anos depois, passou a comandar a Secretaria Municipal de Planejamento e Eficiência, onde liderou iniciativas voltadas ao aprimoramento da gestão pública, ao fortalecimento do planejamento estratégico e à busca por maior eficiência administrativa.Entre seus trabalhos mais recentes esteve a coordenação do orçamento climático da capital paulista, iniciativa que se tornou referência nacional ao incorporar critérios ambientais ao planejamento e à execução das políticas públicas.Em nota, o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, destacou a dedicação e o legado deixado pelo secretário.</full><truncate>A Prefeitura de São Paulo informou, na manhã desta quarta-feira, 10 de junho, o falecimento do secretário municipal de Planejamento e Eficiência, Clodoaldo Pelissioni, aos 57 anos. A morte ocorreu na noite de terça-feira, dia 9.Formado...</truncate></description><image hash="44d49b0bc52f9de58d53e79a088966089d16f077">https://content.scripts.farolsign.com.br/uploads/feed/0d927a3f6757f5c8017c52fd34dc7846.png</image></item><item><title>Concessão da Estrada de Ferro de Campos do Jordão é suspensa pelo Governo de São Paulo</title><description><full>O Governo de São Paulo decidiu suspender o leilão de concessão da Estrada de Ferro de Campos do Jordão, que estava previsto para ocorrer no fim deste mês de junho.De acordo com a Secretaria de Parcerias em Investimentos (SPI), o adiamento do certame é temporário e ocorre em razão das contribuições e solicitações apresentadas por potenciais interessados no projeto.Até que uma nova data seja anunciada, o governo realizará avaliações e ajustes na modelagem contratual, com o objetivo de aprimorar a estrutura da concessão e adequá-la às demandas do mercado para a transferência da operação do serviço turístico à iniciativa privada.O projeto atualmente em análise prevê a concessão da administração de 47 quilômetros de via férrea por um período de 24 anos, além da realização de investimentos estimados em R$ 317 milhões.Pelas regras estabelecidas, o futuro concessionário será responsável por promover melhorias na infraestrutura, operar os trens turísticos entre Campos do Jordão e Pindamonhangaba, além de revitalizar estações, sistemas operacionais e o material rodante.A concessão é classificada como um ativo do tipo brownfield, modelo em que o operador assume uma estrutura já existente. O pacote inclui ainda o Parque Reino das Águas Claras, com área de 38 mil metros quadrados, e o Museu de Memória Ferroviária, ambos inseridos em uma região consolidada como destino turístico, especialmente durante a temporada de inverno.Quanto às fontes de receita, o vencedor poderá contar não apenas com a venda de passagens dos serviços ferroviários e dos bondes turísticos, mas também com receitas acessórias, como cobrança de estacionamento, acordos publicitários de curto e longo prazo, oferta de novas atrações turísticas, exploração de naming rights e outras oportunidades comerciais previstas no contrato.</full><truncate>O Governo de São Paulo decidiu suspender o leilão de concessão da Estrada de Ferro de Campos do Jordão, que estava previsto para ocorrer no fim deste mês de junho.De acordo com a Secretaria de Parcerias em Investimentos (SPI), o...</truncate></description><image hash="afc598106c7495e12d8634043b118b839b99e335">https://content.scripts.farolsign.com.br/uploads/feed/42744c9ad7d2935aa2eae685b847c579.png</image></item><item><title>Governo do Distrito Federal estima R$ 20 bilhões para construir a Linha 2 do Metrô</title><description><full>O projeto de expansão do sistema metroviário do Distrito Federal, por meio da futura Linha 2, recebeu nesta segunda-feira, 8 de junho, atualizações sobre sua extensão e o valor estimado de investimento, calculado em R$ 20,4 bilhões.De acordo com a Secretaria de Estado do Governo do Distrito Federal, a nova linha terá a missão de ligar o Plano Piloto à região sul do DF, atendendo as cidades de Santa Maria, Gama, Riacho Fundo II, Recanto das Emas, Núcleo Bandeirante, Candangolândia e Cruzeiro.Também está prevista a integração com pontos estratégicos, como a Rodoviária do Plano Piloto e a Esplanada dos Ministérios, esta última atualmente sem atendimento por transporte sobre trilhos. O projeto encontra-se na fase de Estudos Preliminares de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTea).“A próxima etapa é a modelagem econômica e financeira, junto ao anteprojeto de engenharia, para que a gente possa realizar a licitação dessa obra. A determinação da governadora Celina Leão é que isso seja feito o mais rápido possível, porque temos uma demanda de passageiros tão grande quanto a que atendemos hoje nas regiões de Ceilândia e Samambaia”, explica Handerson Cabral, diretor-presidente do Metrô-DF.A Linha 2 deverá ter cerca de 60 quilômetros de extensão, seguindo uma diretriz alinhada ao plano de governo e ao planejamento de desenvolvimento elaborado pela companhia metroviária. O projeto também está contemplado no Plano de Desenvolvimento do Transporte Público sobre Trilhos do Distrito Federal (PDTT-DF). A capacidade estimada é de 50 mil passageiros nos horários de pico e 130 mil usuários por dia.O valor do investimento ainda poderá sofrer alterações e ser reduzido em até R$ 7 bilhões, dependendo do traçado escolhido e das intervenções técnicas que vierem a ser definidas nos estudos em andamento.Expansão da Linha 1 em andamento</full><truncate>O projeto de expansão do sistema metroviário do Distrito Federal, por meio da futura Linha 2, recebeu nesta segunda-feira, 8 de junho, atualizações sobre sua extensão e o valor estimado de investimento, calculado em R$ 20,4 bilhões.De...</truncate></description><image hash="b02c86af7430177cd69d102633572a8cc03df7ac">https://content.scripts.farolsign.com.br/uploads/feed/2a04d2508f8c84535b878a20be770746.png</image></item><item><title>Latinrieles Peru consolida novo ponto de encontro do setor ferroviário latino-americano</title><description><full>A primeira edição do Congresso e Exposição da Atividade e Indústria Ferroviária Latinrieles Peru foi realizada nos dias 1º e 2 de junho, no hotel JW Marriott Lima, na capital peruana. O evento reuniu mais de 130 profissionais presencialmente, enquanto cerca de 1.600 pessoas acompanharam as transmissões ao vivo pelo YouTube.</full><truncate>A primeira edição do Congresso e Exposição da Atividade e Indústria Ferroviária Latinrieles Peru foi realizada nos dias 1º e 2 de junho, no hotel JW Marriott Lima, na capital peruana. O evento reuniu mais de 130 profissionais...</truncate></description><image hash="4080f72c75a3dc3ec8d245ea093c3c06577c7941">https://content.scripts.farolsign.com.br/uploads/feed/d1fadf203694e328b47a8824bab6bc1d.png</image></item><item><title>CPTM assina contrato de R$ 9 milhões para diagnóstico do sistema ferroviário do Rio de Janeiro</title><description><full>A Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), estatal responsável pela operação de linhas ferroviárias na Região Metropolitana de São Paulo, foi contratada pela PY13 Participações S/A — empresa controlada pela Nova ViaMobilidade Participações e atual permissionária do transporte ferroviário do Rio de Janeiro — para a realização de serviços de avaliação de ativos do sistema sobre trilhos fluminense.Com valor inicial de R$ 9.009.804,43, o contrato poderá ser ampliado para até R$ 10.150.284,53, caso sejam incorporadas novas demandas técnicas. O acordo contempla a elaboração de um diagnóstico especializado da infraestrutura recebida da SuperVia e do Governo do Estado do Rio de Janeiro.Ao longo de 180 dias, a CPTM deverá desenvolver 34 produtos técnicos, entre eles, está a análise de aptidão da permissionária para o início da fase de operação comercial — documento que, segundo a estatal paulista, já foi entregue após a assinatura do contrato. Também estão previstos a verificação do Inventário Preliminar disponibilizado no Contrato de Permissão, bem como a avaliação das condições operacionais dos trechos ferroviários.Caso a empresa fluminense opte pela contratação de serviços adicionais, o contrato poderá ultrapassar a marca de R$ 10 milhões. O eventual escopo complementar inclui análises laboratoriais, medições de ruído, levantamento de custos para emissão de licenças ambientais e eventual revisão do prazo contratual.O acordo foi firmado por meio da CPTM Serviços, plataforma criada pela estatal paulista para exportar sua expertise a outros operadores ferroviários. Segundo Michael Cerqueira, presidente da companhia, a iniciativa reforça a capacidade técnica da empresa em projetos para além do Estado de São Paulo.“A CPTM Serviços projeta sua excelência operacional para além de São Paulo ao assumir o diagnóstico técnico da malha ferroviária do Rio de Janeiro. Esse contrato consolida um modelo de negócio lançado no segundo semestre de 2024, que transforma nosso conhecimento e expertise em produtos competitivos para o mercado. Após um ano muito profícuo, com 13 contratos assinados com entes públicos e privados, este novo passo, como apoio técnico especializado em sistemas ferroviários da nova permissão no Rio de Janeiro, chancela o reconhecimento da qualidade e da maturidade técnica da CPTM.”O Plano de Trabalho terá início em 8 de junho e contará com uma etapa inicial de 15 dias, dedicada à integração entre as equipes de coordenação e os responsáveis técnicos da PY13 Participações. Nesta fase, também serão apresentadas alternativas de acesso aos ativos, além do compartilhamento de documentos e demais procedimentos operacionais necessários ao desenvolvimento das atividades.Já as vistorias relacionadas ao Inventário Preliminar deverão ocorrer em até 60 dias, contados a partir da aprovação do Plano de Trabalho pela permissionária do sistema ferroviário fluminense.Com nome fantasia Trens RJ, a empresa foi a única participante a apresentar proposta no processo licitatório e assumiu a gestão do sistema ferroviário do estado, sucedendo a SuperVia. A nova operadora deverá garantir a continuidade do atendimento dos ramais existentes, além de promover melhorias na qualidade dos serviços, especialmente em pontos considerados críticos, como trilhos, dormentes, rede aérea e sistemas de sinalização.</full><truncate>A Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), estatal responsável pela operação de linhas ferroviárias na Região Metropolitana de São Paulo, foi contratada pela PY13 Participações S/A — empresa controlada pela Nova ViaMobilidade...</truncate></description><image hash="09d4e91c7ef5cf5e802f377779f7da9c4ed46921">https://content.scripts.farolsign.com.br/uploads/feed/650e2d5a073b4b1adf72bbba347229f6.png</image></item></feeds></root>
